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canto rubro negro no bn na bola
Em entrevista para o BN na Bola, nesta terça-feira (30), Léo Santiago do canal Canto Rubro-Negro falou sobrea dificuldade que teve em ter que equilibrar o trabalho como comunicador e a paixão pelo Vitória.
“É um dos desafios mais difíceis que eu tive na vida. Passar pelo clube me ajudou muito com isso, me amadureceu e me fez entender que existem momentos, contextos e locais. É preciso separar e ter profissionalismo”, disse o comunicador.
Em outro momento, Léo ainda chegou a citar a forma com que tem que lidar com derrotas ou resultados difíceis.
“Assim que acaba o jogo, faço minhas reclamações todas até o momento que a live começa. Faço isso como desabafo pra chegar mais centrado e manter o profissionalismo do meu trabalho. Prefiro me preservar publicamente, mas não significao que não lido com minhfa frustração como torcedor”, detalhou o apresentador do Canal Rubro-Negro.
Em entrevista para o BN na Bola, nesta terça-feira (30), Léo Santiago do canal Canto Rubro-Negro falou sobre a necessidade de preparação do Vitória para posíveis propostas de tranformação de SAF no clube.
“O Conselho poderia estar debatendo sobre modelos, por mais que não haja proposta. É necessário estar preparado para quando a proposta chegar.” disse o comunicador.
Além disso, Léo afirmou que, a falta da discussão sobre modelos que encaixam no clube de maneira satisfatória pode fazer com que parte dos torcedores do Leão, com a ânsia de algo novo, atrapalhem o sistema e se antecipem.
“A SAF hoje é vista de uma forma romântica. Se a proposta vier, parte da torcida vai apostar no imediatismo de chegar um investidor, colocar dinheiro e resolver, sendo que não vai ser assim. Não pode atropelar o processo.”, finalizou Santiago.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.