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campos dos goytacazes
O policial rodoviário federal Diego Oliveira de Souza, apontado como responsável pela morte da comandante da Guarda Municipal de Vitória, Dayse Barbosa, já era investigado por suspeita de importunação contra uma colega de trabalho. A denúncia foi feita à Polícia Rodoviária Federal (PRF) no ano passado, quando os dois atuavam em Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense.
Segundo informações do jornal O Globo, a corregedoria da PRF informou que instaurou um procedimento para apurar o caso e adotou medidas administrativas para evitar o contato entre os agentes. Segundo o órgão, a investigação, que pode resultar na demissão do servidor, está em fase final.
O episódio ocorreu durante o serviço, em uma Unidade Operacional a cerca de 50 quilômetros da base onde trabalhavam. De acordo com a apuração da TV Vitória/Record, o policial teria pedido que a colega fosse até o local e, ao encontrá-la, tentou beijá-la à força.
A vítima relatou que resistiu às investidas e conseguiu se desvencilhar após ameaçar reagir com a chave da viatura. Ainda segundo a denúncia, o agente também tentou levá-la para um banheiro e a encurralou, fazendo novas tentativas de contato físico sem consentimento.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jerônimo Rodrigues
"Os extremos não servem para nós. Nem uma polícia que não dê conta do seu papel, nem uma polícia que possa entrar no exagero e fazer ações fora do conceito de um servidor público. A polícia tem que garantir a segurança das pessoas e não ameaçá-las".
Disse o governador Jerônimo Rodrigues ao ser sabatinado na TV Aratu, nesta terça-feira (4) e abordou um dos temas mais sensíveis de sua gestão: a segurança pública e a atuação da Polícia Militar. Respondendo a questionamentos do jornalista Maurício Leiro, editor de política do Bahia Notícias, sobre a implementação das câmeras corporais nos fardamentos e suspeitas de excessos policiais, Jerônimo afirmou que "não passa a mão na cabeça" de quem atua fora dos padrões.