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campanha fora de casa
O Vitória recebe a visita do Juventude no próximo domingo (29), às 19h, no Barradão, pela 34ª rodada da Série B, podendo carimbar o acesso de forma antecipada. Para isso, o Leão depende de uma combinação de resultados, mas principalmente ganhar sua partida em casa. A questão é o time de Caxias do Sul tem a melhor campanha como visitante da Série B.
De acordo com os dados levantados pelo departamento de matemática da Universidade Federal de Minas Gerais, o Ju lidera a tabela de classificação de visitantes com 27 pontos conquistados em 16 jogos. O time gaúcho venceu oito, empatou três e perdeu cinco, o que dá um aproveitamento de 56,25%. A campanha supera o próprio Vitória, que é o segundo desse recorte com 47,06%. O Leão jogou uma partida a mais do que a equipe de Caxias, e no total ganhou oito, ficou na igualdade três vezes e foi derrotado em sete oportunidades.
Dos cinco jogos que perdeu longe dos seus domínios, os últimos dois foram justamente para o vice-líder Sport e o terceiro colocado Atlético-GO, ambos por 3 a 0, pelas 13ª e 27ª rodadas. O revés para o Dragão aconteceu no dia 10 de setembro, mas de lá para cá, o Ju venceu o Avaí por 2 a 0, e empatou com o Tombense em 1 a 1.
Brigando pelo acesso, o Juventude fecha o G-4 ocupando a quarta colocação com 56 pontos, um a mais do que o quinto colocado Guarani. Com 64, o Vitória é o líder isolado do certame. Para garantir a volta à Série A, o time baiano precisa torcer para que nenhum time, que além do Bugre, podem ser Criciúma, Novorizontino e Mirassol, faça mais do que 55 pontos ao final da rodada. Com isso, mesmo que a equipe iguale os pontos do Leão, não conseguirá ultrapassar no número de vitórias, primeiro critério de desempate.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ricardo Alban
"A entrada de importações de até 50 dólares sem tributação é o mesmo que financiar a indústria de países como a China, principal exportador de produtos de baixo valor para o Brasil, especialmente no setor têxtil. O prejuízo é direto a quem fabrica e comercializa em território brasileiro".
Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao comentar a aprovação da medida provisória 1357/2026, que revogou a chamada “taxa das blusinhas”. Segundo Alban, a medida representa um retrocesso econômico, cria uma condição de desigualdade para o setor produtivo brasileiro e pode colocar em risco mais de 100 mil empregos.