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camisas tailandesas
Levantamento realizado pela Duplamente Inteligência em parceria com o Bahia Notícias indica que a maior parte dos torcedores de Salvador pretende acompanhar o jogo do Brasil contra o Haiti na Copa do Mundo de 2026 utilizando camisas alternativas ou réplicas da Seleção Brasileira, em vez da versão oficial comercializada pela fornecedora esportiva.
Segundo os dados, 51% dos entrevistados afirmaram que devem usar camisas réplicas, conhecidas popularmente como "tailandesas", ou modelos informais relacionados à equipe nacional. O percentual corresponde a 204 pessoas entre os participantes da pesquisa.
Outros 40% (160 entrevistados) disseram que pretendem reutilizar camisas de edições anteriores da Copa do Mundo ou acompanhar a partida sem qualquer vestuário temático ligado à Seleção. Já apenas 9% (36 pessoas) declararam que utilizarão a camisa oficial original.
Os números sugerem uma predominância de alternativas de menor custo ou do reaproveitamento de materiais já adquiridos em anos anteriores, enquanto o uso da camisa oficial aparece como uma opção minoritária entre os entrevistados.
Outra pesquisa revelou que as camisas da Seleção Brasileira para a Copa de 2026, fornecidas pela Nike, marca utilizada pela Canarinho, tem um dos padrões mais caros da atual edição do Mundial. Confira os valores abaixo:
Uzbequistão - R$ 172,52
Irã - R$ 213,50
Equador - R$ 406,03
Panamá - R$ 414,76
Jordânia - R$ 431,00
Cabo Verde - R$ 492,88
Iraque - R$ 505,65
Tunísia - R$ 508,82
Bósnia - R$ 562,65
Haiti - R$ 622,64
RD Congo - R$ 674,00
Austrália, Brasil, Canadá, Coréia do Sul, Croácia, Estados Unidos, França, Holanda, Inglaterra, Noruega, Turquia e Uruguai - R$ 749,99
África do Sul, Alemanha, Arábia Saudita, Argélia, Bélgica, Catar, Colômbia, Curaçau, Escócia, Espanha, Japão, México, Suécia - R$ 799,99
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.