Artigos
Cultura independente à própria sorte
Multimídia
Deputado Antonio Henrique Jr. destaca alinhamento ideológico com o PV: “A gente veio representar o partido, ajudar a crescer”
Entrevistas
Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
caminho
Campeão da Libertadores pela quarta vez ao vencer o Palmeiras por 1 a 0 na final disputada em Lima, no último sábado (29), o Flamengo tornou-se o primeiro clube brasileiro a alcançar essa marca. A comemoração pelo título, porém, já divide espaço com o planejamento para a Copa Intercontinental 2025, que terá suas partidas decisivas realizadas em dezembro, no Catar.
Para chegar à final, o Rubro-Negro precisará superar duas fases eliminatórias. O primeiro compromisso será o chamado Dérbi das Américas, contra o Cruz Azul, campeão da Liga dos Campeões da Concacaf.
A equipe mexicana, comandada pelo argentino Nicolás Larcamón, que trabalhou no Cruzeiro em 2024, garantiu vaga ainda no primeiro semestre. O confronto está agendado para 10 de dezembro, às 14h (de Brasília). No ano passado, o Botafogo foi eliminado logo nessa etapa ao perder por 3 a 0 para o Pachuca.
Caso avance, o Flamengo enfrentará o Pyramids, do Egito, campeão continental que já disputou duas partidas no torneio. Esse duelo integra a etapa conhecida como Copa Challenger, na qual participam representantes da África, Ásia e Oceania antes da entrada dos times sul-americano e da Concacaf.
O vencedor dessa semifinal enfrentará o Paris Saint-Germain na decisão da Copa Intercontinental. Campeão europeu em 2025, o PSG estreia diretamente na final, conforme o novo formato da competição. O clube francês busca o primeiro título mundial após conquistar sua primeira Champions League, goleando a Inter de Milão por 5 a 0 na final disputada em maio.
A partida que definirá o campeão está marcada para 17 de dezembro, às 14h, no Al Rayyan Stadium, que receberá todos os jogos da fase decisiva do torneio.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Fernanda Melchionna
"A cantilena enfadonha da extrema direita e dos bolsonaristas chega a doer o ouvido. Um juiz, que foi um juiz ladrão, como mostrou a Vaza Jato, vem aqui tentar se mostrar como paladino da moral, como se lutasse contra a corrupção. É muita falta de vergonha na cara daqueles que votaram na PEC da bandidagem na Câmara dos Deputados vir aqui dizer que estão contra os corruptos".
Disse a deputada Fernanda Melchionna (Psol-RS) ao debater com o senador Sérgio Moro (PL-PR) durante a discussão do veto do presidente Lula ao projeto da dosimetria de penas, a deputada do Psol chamou Moro de “juiz ladrão”.