Artigos
O simples privilégio de saber ler e escrever
Multimídia
Angelo Coronel rejeita ideia de Senado como “puxadinho” do Planalto e diz que não será “chapa-branca” de presidentes
Entrevistas
Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
caminhao com soja
Um motorista de um caminhão ficou ferido após uma batida contra um carro na noite desta segunda-feira (17) em um trecho da BA-459 em Barreiras, no Extremo Oeste baiano.
Segundo o Blog do Braga, o condutor dirigia um caminhão carregado com soja no sentido BR-242 quando teria sido surpreendido por um GM/Prisma, que trafegava no sentido contrário. O carro teria invadido a pista do caminhão, provocando a batida.
O caminhão saiu da pista e ao tentar retornar tombou na estrada. Com isso, a carga de soja ficou espalhada na via. Uma ambulância do Samu foi acionada e prestou atendimento ao motorista do caminhão, que sofreu escoriações e foi encaminhado para UPA de Luís Eduardo Magalhães, na mesma região.
EMBRIAGADO
Já o condutor do carro de passeio não sofreu ferimentos. A Polícia Rodoviária Estadual (PRE/CIPRV) esteve no local para registro da ocorrência.
Conforme os policiais, o motorista do carro apresentava sinais de embriaguez e confessou ter ingerido bebida alcoólica. Ele foi conduzido para a delegacia de Barreiras, onde foi apresentado.
Um caminhão pegou fogo em um trecho da BR-324 próximo a Amélia Rodrigues, no Portal do Sertão. Segundo o Acorda Cidade, parceiro do Bahia Notícias, o fato ocorreu na altura do km 547, por volta das 9h40, após o veículo tombar na pista.
A carga de soja ficou espalhada pela pista. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), parte da pista precisou ser interditada, o que ocasionou um longo engarrafamento. A pista só foi liberada por volta das 13h30. Mesmo com o acidente, o motorista do caminhão não sofreu ferimentos.

Foto: Divulgação / PRF-BA
Não há informações sobre o prejuízo causado nem se a carga foi saqueada.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ricardo Alban
"A entrada de importações de até 50 dólares sem tributação é o mesmo que financiar a indústria de países como a China, principal exportador de produtos de baixo valor para o Brasil, especialmente no setor têxtil. O prejuízo é direto a quem fabrica e comercializa em território brasileiro".
Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao comentar a aprovação da medida provisória 1357/2026, que revogou a chamada “taxa das blusinhas”. Segundo Alban, a medida representa um retrocesso econômico, cria uma condição de desigualdade para o setor produtivo brasileiro e pode colocar em risco mais de 100 mil empregos.