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calvo do campari
O nome e o apelido do influenciador Thiago Schutz, conhecido como 'Calvo do Campari', se tornou um dos mais comentados das redes sociais no último final de semana após a prisão do blogueiro por agressão a mulher.
Schutz, que tem um perfil com mais de 450 mil seguidores na web, recebeu liberdade provisória no sábado (29), pela Justiça de São Paulo, mediante o cumprimento de medidas protetivas de urgência para a vítima, a ex-namorada.
A namorada, que não teve o nome revelado, denunciou o influenciador por violência doméstica e lesão corporal. Todo caso aconteceu na cidade de Salto, no interior de São Paulo.
De acordo com o boletim de ocorrência, a vítima, que namorava o blogueiro há cerca de 3 meses, relatou ter sido agredida pelo então companheiro com chutes e tapas dentro da própria casa.
No depoimento, a jovem afirmou que as agressões aconteceram após ela negar ter relações sexuais com o influenciador, momento em que Thiago passou a agarrá-la com "força", dar tapas em seu rosto, puxar seus cabelos, além de ser jogada no chão.
À polícia, o influenciador negou ter forçado qualquer tipo de relação sexual com a vítima e afirmou que, em dado momento, a mulher passou a agredi-lo, principalmente com arranhões no rosto.
A CNN Brasil obteve o laudo pericial, que pontuava que a vítima tinha sido alvo de "no mínimo, 11 agressões que violaram sua integridade física, inclusive com sinais de tentativa de defesa".
O 'Calvo do Campari' ficou conhecido nas redes por vídeos de humor falando sobre relacionamento e mulheres. Nas gravações, Schutz fala sobre as próprias experiências e dá dicas para o público masculino sobre como conquistar mulheres.
O blogueiro também é coach e vende cursos sobre relacionamentos amorosos e sexuais, como "Como superar sua ex para sempre" e "Do Instagram para sua cama".
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.