Artigos
Avanços na cadeia produtiva dos jumentos no Nordeste
Multimídia
Após deixar Podemos, Raimundo da Pesca comenta convites e explica escolha pelo PSD
Entrevistas
VÍDEO: Sílvio Humberto fala sobre cultura de Salvador, critica Executivo e comenta pré-candidatura a deputado; confira entrevista
calcio
A ideia de levar uma partida do Campeonato Italiano para fora da Europa não saiu do papel. O jogo entre Milan e Como, válido pela 24ª rodada da Serie A e previsto para ocorrer em Perth, na Austrália, no início de fevereiro, foi oficialmente cancelado na última segunda-feira (22). A decisão foi anunciada após impasses financeiros, exigências regulatórias e dificuldades operacionais que inviabilizaram a realização do confronto fora da Itália.
De acordo com a nota oficial, a decisão foi tomada de forma consensual entre as partes envolvidas. O texto cita riscos financeiros, exigências relacionadas a autorizações e problemas operacionais de última hora como motivos para o encerramento do projeto. O local onde o jogo será disputado ainda não foi definido.
O confronto estava programado para o início de fevereiro e surgiu como alternativa devido à indisponibilidade do estádio San Siro, em Milão. A arena será utilizada na cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Inverno de 2026, que ocorrerão entre os dias 6 e 22 de fevereiro, em Milão-Cortina.
Em declaração oficial, o presidente da Lega Serie A, Enzio Simonelli, afirmou que, apesar de um processo de autorizações conduzido ao longo de vários meses, não foi possível viabilizar a realização da partida em Perth no dia 8 de fevereiro.
A tentativa de levar partidas oficiais de ligas europeias para fora do continente tem enfrentado obstáculos. Em outubro, a La Liga também cancelou uma proposta para transferir o jogo entre Villarreal e Barcelona para Miami, nos Estados Unidos.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Flávio Bolsonaro
"Lula vai ficar do lado de criminosos?"
Disse o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao fazer duras críticas à atuação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na área da segurança pública. Flávio, pré-candidato do PL a presidente nas eleições de outubro, citou o projeto de lei antifacção, aprovado pelo Congresso Nacional em fevereiro e que ainda não foi sancionado por Lula.