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cacique lucas de oliveira
A Polícia Civil prendeu oito pessoas na manhã desta segunda-feira (19) em Pau Brasil, no Sul baiano. A operação denominada de Para-Raios apura a morte do cacique Lucas Santos de Oliveira, ocorrida em 21 de dezembro de 2023 em Itaju do Colônia, também no Sul.
A morte do cacique foi uma das 18 registradas no estado contra indígenas em 2023, segundo o Conselho Indigenista Missionário (Cimi).
Conforme a Polícia Civil, os agentes também cumpriram mandados de busca e apreensão, o que resultaram na apreensão de duas armas de fogo, 11 celulares, porções de entorpecentes, balanças de precisão e munições.
As investigações apontam que a vítima foi morta em uma emboscada no Território Indígena Caramuru Catarina Paraguaçu. Dois homens a bordo de uma motocicleta surpreenderam o cacique na entrada da Aldeia do Rio do Pardo, perto da Aldeia Caramuru Catarina Paraguaçu. Na ocasião, o indígena estava em uma motocicleta na companhia de um filho na garupa.
Cerca de 200 policiais civis participaram da ação liderada pela Coordenação de Conflitos Fundiários (CCF/Gemacau), que contou com equipes dos Departamentos de Polícia do Interior (Depin), de Repressão e Combate à Corrupção, ao Crime Organizado e à Lavagem de Dinheiro (Draco), Especializado de Investigação e Repressão ao Narcotráfico (Denarc), de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), de Inteligência Policial (DIP), além da Corregedoria da Polícia Civil (Correpol) e da Coordenação de Polícia Interestadual (Polinter).
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.