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cabo frio
Um helicóptero precisou fazer um pouso de emergência no mar, na tarde da última sexta-feira (2), por volta das 13h, a cerca de 74 km do sul de Cabo Frio, na Região dos Lagos do Rio de Janeiro.
A aeronave transportava oito pessoas, sendo o piloto, copiloto e seis passageiros, todos prestadores de serviço de uma empresa terceirizada que atende a Petrobras.
Um helicóptero H-160 da OMNI Táxi Aéreo em operação para a indústria OffShore precisou executar um pouso na água na tarde de hoje, informações iniciais dão conta de 8 almas a bordo.
— Mölter™ ?????? (@MolterGui) January 2, 2026
A aeronave pousou com os sistemas de flutuadores e todos estão bem.
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De acordo com a estatal, o helicóptero, contratado pela Technip FMC, fazia o transporte para uma embarcação da mesma empresa, que executa a instalação de sistemas submarinos para a Petrobras no campo de Búzios.
Após o pouso de emergência no mar, a Marinha do Brasil, por meio do Comando do 1º Distrito Naval, ativou a operação de Busca e Salvamento (SAR) para uso da Aeronave de Serviço da Esquadra.
Foi utilizado o helicóptero UH-15 e um navio-patrulha oceânico no resgate.
As vítimas foram transportadas pela equipe de resgate da Marinha até a base aérea naval da cidade de São Pedro da Aldeia. Depois, tripulantes e passageiros foram encaminhados ao hospital.
A história do estudante Mateus Facio, de 21 anos, pode ser considerada um verdadeiro milagre. O jovem passava o réveillon na praia de Cabo Frio, no Rio de Janeiro, quando pensou ter levado pedrada na cabeça. De lá foi para Búzios, dirigiu 7 horas até Juiz de Fora, em Minas Gerais, e só descobriu o projétil de calibre 9 milímetros após exames. Ele passou por cirurgia para retirada da bala, procedimento que durou 2 horas, e se recupera em casa.
“Achei que fosse uma pedrada, uma brincadeira de mau gosto, que alguém pegou e tacou uma pedra. Até porque eu não escutei nada. Se tivesse um barulho, eu poderia imaginar que poderia ser. Só que não escutei nada, estava completamente normal”, explicou o mineiro.
De acordo com o g1, ainda com o projétil na cabeça, ele percorreu 300 km dirigindo de volta para Juiz de Fora, e, na sequência, ainda fez um bate e volta a trabalho, novamente para o Rio de Janeiro.
“No outro dia fomos à praia tranquilamente, seguindo a rotina normal. No dia 2 [de janeiro] volto para Juiz de Fora, sem sentir nada, tranquilamente, 7 horas de viagem. No dia 3 trabalhei pela manhã, à tarde fui ao Rio de Janeiro, num bate e volta para resolver umas coisas", relembrou.
Foi apenas na tarde do dia 4 de janeiro que Mateus descobriu o que realmente tinha acontecido. “Eu recebi a notícia e já começaram a me colocar acesso, oxímetro, sensores atrás do peito, e logo depois, me colocaram no CTI [Centro de Tratamento Intensivo]", disse.
O projétil retirado da cabeça do estudante será encaminhado para a Polícia Civil de Cabo Frio, que ficará responsável por investigar de onde saiu a bala e quem efetuou o disparo.
Conforme a Polícia Militar, não houve registro de nenhuma ocorrência no dia envolvendo tiros na região da praia.
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Pérolas do Dia
Nicolas Maduro
"Sou inocente".
Disse o líder chavista Nicolás Maduro, capturado por autoridades dos Estados Unidos em Caracas ao comparecer a um tribunal federal em Manhattan, em Nova York, dando início formal ao processo judicial em território norte-americano, que deve se estender por meses.