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cabo daciolo
O ex-deputado federal Cabo Daciolo não será lançado como candidato a presidente da República nas eleições deste ano. Foi o que decidiu nesta terça-feira (4) a direção nacional do partido Mobiliza, pelo qual Daciolo vinha postulando sua candidatura.
O Mobiliza, que antes se chamava Partido da Mobilização Nacional (PMN) e possui registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) desde 1990, decidiu ainda que vai manter posição de neutralidade em relação aos candidatos a presidente que disputam as eleições de 2026.
Nas suas redes sociais, Cabo Daciolo reagiu à decisão do seu partido, em uma postagem na qual reproduz matéria jornalística a respeito da negativa à candidatura. “Decepção muito grande”, escreveu o ex-candidato a presidente.
Ainda em resposta à decisão do Mobiliza, Daciolo postou um versículo bíblico:
“TUDO ESTÁ NO CONTROLE DO NOSSO REI “YHWH”
Esta é a mensagem daquele que é santo e verdadeiro. Ele tem a chave que pertencia ao rei Davi; quando ele abre, ninguém fecha, e quando ele fecha, ninguém abre. “Eu sei o que vocês estão fazendo. Sei que têm pouca força. Vocês têm seguido os meus ensinamentos e têm sido fiéis a mim. Eu abri diante de vocês uma porta que ninguém pode fechar.
Apocalipse 3:7-8”
O ex-deputado iniciou a sua trajetória política no PSOL, partido pelo qual se elegeu à Câmara em 2014 e do qual foi expulso no ano seguinte. Para as eleições de 2018 se filiou ao Patriota, e concorreu à presidência da República. O candidato ficou conhecido por utilizar, repetitivamente, a frase “Glória a Deus” durante os debates presidenciais.
Naquela eleição de 2018, Cabo Daciolo acabou ficando na sexta colocação no primeiro turno, entre 13 candidatos. Daciolo recebeu 1.348.323 votos, ou 1,26% dos votos válidos, o que o colocou à frente de nomes como Henrique Meirelles, Marina Silva, Alvaro Dias e Guilherme Boulos.
Em 2022, Cabo Daciolo, que é pastor evangélico, migrou para o PDT, mas rompeu com a legenda ao pedir voto nulo no segundo turno entre Lula (PT) e Jair Bolsonaro (PL). Daciolo ainda passou por Podemos, PL, PMB (atual Democrata) e PDT, e neste ano de 2026, se filiou ao Mobiliza.
O ex-deputado federal Cabo Daciolo anunciou neste sábado (4), que será pré-candidato à Presidência da República pelo Mobiliza, antigo Partido da Mobilização Nacional (PMN).
Com a pré-candidatura à Presidência, o ex-deputado federal fica indisponível para concorrer ao Senado, como havia anunciado no último mês.
"Eu não tenho ouro, não tenho prata, mas o que nos temos, o homem mais rico do mundo não pode comprar. Não estou à venda para o sistema. Só estou aqui de passagem, na minha jornada terrena, anunciando o reino, e preciso de tua oração, do teu clamor, para que possamos juntos continuar essa batalha", afirmou Daciolo.
Quando concorreu em 2018 nas eleições presidenciais, Cabo Daciolo ficou em 6º lugar com 1.348.229 votos, à frente de nomes como Marina Silva (Rede), Henrique Meirelles (MDB) e Alvaro Dias (Podemos). Na época, ele era candidato pelo Patriota.
O ex-deputado federal e pastor evangélico Cabo Daciolo anunciou nesta sexta-feira (4) sua filiação ao partido Mobiliza e lançou sua pré-candidatura à Presidência da República.
O anúncio foi feito nas redes sociais, ao lado do presidente nacional da sigla, Antônio Carlos Massarolo, e de aliados. Na publicação, Daciolo compartilhou a ficha de filiação e adotou o lema “Cabo Daciolo 2026”, além de citar um versículo bíblico: “quando os justos governam, o povo se alegra”.
Na mesma postagem, o ex-parlamentar também indicou o ex-jogador da Seleção Brasileira Ricardo Rocha como nome para assumir o Ministério dos Esportes em um eventual governo. Rocha foi zagueiro da equipe que conquistou o tetracampeonato mundial em 1994 e também atuou pelo Vasco.
Daciolo volta a disputar o Planalto oito anos após sua candidatura em 2018, quando ficou em sexto lugar, com 1,26% dos votos válidos, à frente de nomes como Henrique Meirelles (MDB), Marina Silva (Rede) e Álvaro Dias (Podemos). Na ocasião, ganhou visibilidade pelo discurso religioso e pelo uso frequente do bordão “Glória a Deus” durante debates.
Para 2026, o ex-deputado afirma que pretende defender pautas nacionalistas. “Vamos lutar pela soberania nacional. Chega do imperialismo norte-americano e chinês. Sou nacionalista, trabalhista e patriota”, declarou.
Na disputa eleitoral, Daciolo deve enfrentar um cenário de forte concorrência pelo eleitorado evangélico, que também é alvo de nomes como o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Camilla Batista
"Falta vontade política".
Disse a secretária Estadual de Políticas para as Mulheres, Camilla Batista ao comentar a destinação de recursos para a prevenção e o combate à violência contra a mulher esbarra, muitas vezes, na ausência de prioridade dos gestores municipais. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, a secretária foi categórica ao apontar a "falta de vontade política" e usou a capital baiana como exemplo de lacuna na rede de proteção.