Artigos
O Esporte como recomeço - Construindo o futuro do Paradesporto no Brasil
Multimídia
"Nosso grupo tem 14 anos que não faz política em Salvador", diz Bacelar
Entrevistas
Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
cabo daciolo
O ex-deputado federal e pastor evangélico Cabo Daciolo anunciou nesta sexta-feira (4) sua filiação ao partido Mobiliza e lançou sua pré-candidatura à Presidência da República.
O anúncio foi feito nas redes sociais, ao lado do presidente nacional da sigla, Antônio Carlos Massarolo, e de aliados. Na publicação, Daciolo compartilhou a ficha de filiação e adotou o lema “Cabo Daciolo 2026”, além de citar um versículo bíblico: “quando os justos governam, o povo se alegra”.
Na mesma postagem, o ex-parlamentar também indicou o ex-jogador da Seleção Brasileira Ricardo Rocha como nome para assumir o Ministério dos Esportes em um eventual governo. Rocha foi zagueiro da equipe que conquistou o tetracampeonato mundial em 1994 e também atuou pelo Vasco.
Daciolo volta a disputar o Planalto oito anos após sua candidatura em 2018, quando ficou em sexto lugar, com 1,26% dos votos válidos, à frente de nomes como Henrique Meirelles (MDB), Marina Silva (Rede) e Álvaro Dias (Podemos). Na ocasião, ganhou visibilidade pelo discurso religioso e pelo uso frequente do bordão “Glória a Deus” durante debates.
Para 2026, o ex-deputado afirma que pretende defender pautas nacionalistas. “Vamos lutar pela soberania nacional. Chega do imperialismo norte-americano e chinês. Sou nacionalista, trabalhista e patriota”, declarou.
Na disputa eleitoral, Daciolo deve enfrentar um cenário de forte concorrência pelo eleitorado evangélico, que também é alvo de nomes como o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Geraldo Alckmin
"Quem defende ditadura não deveria ser candidato".
Disse o vice-presidente Geraldo Alckmin, durante sua despedida do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços ao indicar ter ficado “honrado” com o convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para compor novamente a chapa nas eleições de 2026, e também fazer duras críticas ao principal adversário do atual governo, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).