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cabeca de porco jogada no campo
A Polícia Civil investiga como a cabeça de porco que foi arremessada ao campo entrou no estádio e quem foi o responsável por atira-lá na última segunda-feira (4), durante a partida entre Corinthians e Palmeiras, pela 32ª rodada do Campeonato Brasileiro.
Segundo o Delegado Cesar Saad, da delegacia de repressão aos delitos de intolerância esportiva (DRADE), um funcionário da equipe de segurança do estádio afirmou ter visto a cabeça de porco ser jogada por cima das grades que separam a rua do setor Sul da arena.
Essa ação teria acontecido no momento da queima de fogos que antecedeu a partida, enquanto as equipes entravam em campo. Para tirar maiores conclusões, a polícia solicitou imagens do circuito de segurança da Neo Química Arena.
Ainda durante a partida, dois homens foram detidos e conduzidos ao Jecrim, o Juizado Especial Criminal, por supostamente fazerem parte do ato. Após negarem participação, eles foram liberados depois de prestar depoimento.
Nas redes sociais, um homem se identificou como autor do arremesso da cabeça de porco no gramado. Em seu perfil, ele publicou um vídeo com a cabeça do porco dentro de um saco, afirmando que levaria para o estádio.
A cabeça do animal foi jogada durante o primeiro tempo, no momento em que Raphael Veiga, do Palmeiras, se preparava para a cobrança do escanteio.
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Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.