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c1 500m
Isaquias Queiroz terminou em nono e último lugar na final do C1 1000m do Campeonato Mundial de Canoagem de Velocidade, nesta sexta-feira (28), em Poznan, na Polônia, e ficou fora do pódio.
A medalha de ouro terminou dividida entre o tcheco Martin Fuksa, atual campeão olímpico da prova, e o húngaro Daniel Fejes, que cruzaram a linha de chegada empatados.
Isaquias chegou à decisão depois de registrar o segundo melhor tempo das semifinais, com 4min23s65, mas não conseguiu repetir o desempenho na disputa por medalhas. O brasileiro largou atrás dos adversários e, ao longo da prova, não encontrou espaço para executar a arrancada nos metros finais que costuma ser uma de suas características.
Com isso, acabou se distanciando da disputa pelas primeiras posições e fechou a final na nona colocação.
O resultado chama atenção pelo histórico de Isaquias no C1 1000m, principal distância olímpica da canoagem velocidade.
O baiano foi campeão olímpico em Tóquio 2020, disputado em 2021, e conquistou duas medalhas de prata na prova: nos Jogos do Rio de Janeiro, em 2016, e de Paris, em 2024.
A competição na Polônia também representa o retorno de Isaquias aos Campeonatos Mundiais. O brasileiro não participou da edição de 2025, realizada em Milão, por causa de uma forte gripe.
NOVA CHANCE DE MEDALHA NO C1 500M
A participação de Isaquias no Mundial ainda não terminou. O brasileiro volta à água na manhã deste sábado (29) para disputar a final do C1 500m, prova na qual chega embalado por uma vitória na semifinal realizada nesta sexta.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Paulo Henrique Rodrigues
"O Brasil demorou para fazer políticas para entender que essa grande qualidade artística do nosso povo, um povo criativo, preparado intelectualmente e artisticamente, culturalmente muito rico, poderia significar renda, emprego, geração de uma indústria cultural ou criativa".
Disse o ministro do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, Paulo Henrique Rodrigues Pereira ao ressaltar o impacto da economia criativa e a necessidade de estruturar o setor no país. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, o ministro fez um balanço sobre a relação entre cultura e negócios, reconhecendo que o Brasil tardou a transformar seu potencial em força econômica.