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E se o maior erro das previsões eleitorais não estiver nas pesquisas, mas na forma como interpretamos o eleitor indeciso?
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A Associação Comercial da Bahia (ACB) recebeu, em conjunto com o Lide Bahia, nesta segunda-feira (21), o cientista político Antonio Lavareda para mais uma edição do “Diálogos que Transformam", realizada no Palacete Tirachapéu, em Salvador. Com o tema “O Brasil às vésperas das urnas: uma leitura do cenário político de 2026”, o encontro discutiu a influência da polarização na percepção do eleitor e os possíveis impactos da economia, da segurança e da confiança nas instituições no período eleitoral.
Durante a palestra, Lavareda abordou os cenários político nacional e baiano, além dos fatores que contribuem para a formação da opinião dos eleitores. Entre os pontos discutidos, estiveram a avaliação dos governos em áreas como economia, saúde e segurança e a influência de aspectos racionais e emocionais na decisão de voto.
“O voto combina avaliação racional, identidade política e emoções, sobretudo esperança, medo e confiança”, destacou o sociólogo.
Para Isabela Suarez, presidente da ACB, a realização do debate no ambiente empresarial contribui para aproximar a análise política dos processos de tomada de decisão. “As eleições mexem com expectativas, investimentos e com o ambiente de negócios. Por isso, entender os movimentos do eleitor e os cenários que estão se formando é também uma forma de compreender o Brasil que teremos pela frente”, afirmou.
A edição de setembro foi realizada em parceria com o LIDE Bahia e o portal Política Livre.
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Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.