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bujao tur
O principal suspeito de assassinar o empresário Gilberto Chaves, o “Bujão Tur”, em Alagoinhas, no Agreste baiano, foi preso na madrugada desta quinta-feira (4) durante uma operação da Polícia Civil da cidade.

"Bujão Tur" foi motor quando chegava em casa / Foto: Reprodução / Alagonews
Segundo o Alagonews, parceiro do Bahia Notícias, o acusado, identificado como André Carvalho, estava foragido desde que a investigação o apontou como autor do homicídio ocorrido no bairro Petrolar, em fevereiro deste ano.
Antes da captura desta quinta, um vídeo divulgado com exclusividade pelo site mostrava André Carvalho alegando inocência e afirmando que estava sendo “caluniado”.
??VÍDEO: Principal suspeito nega envolvimento no assassinato de empresário no caso "Bujão Tur" de Alagoinhas
— BN Municípios (@BNMunicipios) November 25, 2025
????Saiba mais: https://t.co/18mOOthTM0
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O conteúdo circulou nas redes sociais e gerou debate entre moradores e leitores do portal. Ainda segundo informações, nas próximas semanas, o juiz responsável pelo processo deve decidir se André Carvalho será encaminhado a júri popular.
O CRIME
Proprietário de uma empresa de transporte público municipal, Gilberto Chaves foi morto a tiros quando chegava em casa. Ele chegou a ser socorrido e levado ao Hospital Regional Dantas Bião, mas não resistiu aos ferimentos.
Na época, a empresa "Bujão Tur", que prestava serviços emergenciais para comunidades rurais, teve suas atividades suspensas. Durante as investigações, a polícia passou a suspeitar de que o crime tivesse sido motivado por questões pessoais da vítima.
Depois, concluiu o inquérito e encaminhou o caso ao Ministério Público da Bahia (MP-BA), que ofereceu denúncia contra André Carvalho, o apontando como autor do crime.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.