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btg pactual
O Fluminense deu mais um passo rumo à transformação em Sociedade Anônima do Futebol (SAF). O clube das Laranjeiras aceitou a proposta do banco BTG Pactual e levará o contrato para apreciação dos sócios em Assembleia Geral, segundo revelou o colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo, na manhã desta segunda-feira (18).
O processo agora depende da aprovação dos sócios adimplentes. A votação terá como base os termos apresentados pelo banco, e a expectativa é de participação semelhante à da última eleição presidencial, que reelegeu Mário Bittencourt. Na ocasião, cerca de 3,7 mil tricolores compareceram às urnas — pouco mais de 20% dos aptos a votar.
O projeto prevê a criação de um fundo de investimento com cotistas tricolores ilustres, entre eles o próprio dono do BTG, André Esteves. A administração ficará sob responsabilidade da gestora Lazuli Partners, que já contratou uma grande empresa de comunicação para preparar a estratégia de divulgação. A iniciativa busca minimizar possíveis resistências internas, especialmente diante dos problemas recentes enfrentados por outras SAFs no Brasil, como Vasco e Botafogo. A expectativa é que, já em setembro, a proposta comece a ser apresentada oficialmente aos torcedores e conselheiros.
Outro ponto definido é a liderança executiva da futura SAF. O nome escolhido para ocupar o cargo de CEO é o atual presidente Mário Bittencourt, cujo mandato à frente do clube se encerra no fim deste ano.
QUEM É O BTG PACTUAL?
O BTG Pactual é considerado o maior banco de investimentos da América Latina. Fundado no Brasil, atua em diferentes frentes do mercado financeiro, oferecendo serviços de wealth management, asset management, investment banking e soluções corporativas. Além de forte presença nacional, o grupo tem operações em diversos países.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.