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bruno mendez
A Procuradoria do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) denunciou o zagueiro Bruno Méndez, o presidente Duilio Monteiro Alves e o gerente de futebol Alessandro Nunes do Corinthians. O jogador foi expulso na vitória do Timão sobre o Grêmio por 1 a 0, em Porto Alegre, no último domingo (12), pela 34ª rodada do Brasileirão. Os dois dirigentes também serão julgados por causa do mesmo jogo.
Bruno Méndez foi expulso nos primeiros minutos de partida por uma entrada dura no atacante Lucas Besozzi. Inicialmente, o árbitro Rodrigo José Pereira de Lima mostrou o cartão amarelo ao defensor do Timão, mas após revisão do VAR, ele voltou atrás e aplicou o vermelho. Durante o intervalo do jogo, o gerente Alessandro Nunes tentou invadir a sala do árbitro de vídeo, causando uma confusão na parte interna da Arena do Grêmio, mas foi contido por seguranças. Além da expulsão, ele também reclamava de um pênalti não marcado a favor da equipe em cima do lateral Matheus Bidu. O presidente Duilio Monteiro Alves estava com a delegação paulista, mas não tentou invadir a área do VAR e nem falou com os jornalistas.
Bruno Méndez foi denunciado no artigo 254-A do CBJD, por "praticar agressão física durante a partida". A pena prevista é de quatro a 12 jogos de suspensão. O julgamento deverá ocorrer na próxima semana, mas caso seja absolvido ou não, ele já está suspenso do compromisso diante do Bahia, na próxima sexta (24), pela 35ª rodada. Já em relação aos dirigentes, a Procuradoria não informou qual artigo eles foram enquadrados.
Corinthians e Bahia se enfrentam a partir das 21h, na Neo Química Arena. O Timão é o 11º colocado na tabela de classificação com 44 pontos. Fora da zona de rebaixamento, o Tricolo é o 16º com 38, um a mais do que o Cruzeiro, que abre a degola no 17º lugar.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.