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bruno henrique manipulacao de jogos
A defesa de Bruno Henrique, atacante do Flamengo, solicitou o arquivamento da investigação contra o atleta. O criminalista Ricardo Pieri, representante do jogador, afirmou que forçar cartão não é crime, por lei, no futebol.
A 7ª Vara Criminal de Brasília terá que definir se aceita o argumento e arquiva o caso, ou se recusa e segue com a investigação no Ministério Público.
“Não há dolo de fraudar o resultado, mas sim de se poupar fisicamente ou zerar a contagem de cartões para não desfalcar o time em jogos decisivos” disse a petição, de acordo com o portal Léo Dias.
Ainda durante a defesa de Bruno Henrique, os representantes afirmaram que o atleta é multicampeão com a camisa do Rubro-Negro carioca, e que seria “ilógico, para dizer o mínimo”, que o jogador desejasse causar prejuízos ao Flamengo.
O atacante do Flamengo é investigado por ter recebido um cartão amarelo, de forma proposital, para beneficiar apostadores, no duelo contra o Santos. A partida foi válida pela 31ª rodada do Campeonato Brasileiro de 2023.
Além disso, o Superior Tribunal de Justiça Desportiva do Futebol (STJD) definiu a reabertura da investigação do caso de Bruno Henrique sobre suposto envolvimento com manipulação de resultados esportivos.
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Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.