Artigos
A dança como território de liberdade e transformação social
Multimídia
Angelo Coronel rejeita ideia de Senado como “puxadinho” do Planalto e diz que não será “chapa-branca” de presidentes
Entrevistas
Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
brt em salvador
O número de passageiros do BRT de Salvador registrou aumento de 76% no mês de maio, em comparação com janeiro desse ano. De acordo com informações obtidas pelo Bahia Notícias com a secretaria de Mobilidade (Semob), foram 598.136 passageiros em no último mês.
Além disso, o aumento foi de 45% desde a entrega da estação Pituba, no último dia 31 de março. No mês de março o número foi de de 409,8 mil, de acordo com a Semob. A estação Pituba foi entregue pela Prefeitura no dia 31 de março dentro da programação do aniversário da capital baiana.
“O número de passageiros do sistema de BRT vem crescendo mensalmente, isso sem nenhum tipo de mudança. No mês de maio foram quase 600 mil pessoas. As primeiras mudanças mais ligadas ao BRT estão acontecendo agora em termos de linhas. Então, é um crescimento orgânico, as pessoas estão gostando e utilizando no seu dia a dia por opção”, indicou o secretário Fabrizzio Muller.
O responsável pela pasta indicou ainda que o "BRT é um sistema atual". "Você tem grandes cidades do mundo que utilizam. O ônibus nunca vai deixar de existir. O BRT é um sistema de ônibus em corredores preferenciais ou exclusivos com estações, o que permite um acesso mais rápido e mais seguro à população. Isso nunca vai deixar de existir, nunca vai deixar de ser atual”, completou.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ricardo Alban
"A entrada de importações de até 50 dólares sem tributação é o mesmo que financiar a indústria de países como a China, principal exportador de produtos de baixo valor para o Brasil, especialmente no setor têxtil. O prejuízo é direto a quem fabrica e comercializa em território brasileiro".
Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao comentar a aprovação da medida provisória 1357/2026, que revogou a chamada “taxa das blusinhas”. Segundo Alban, a medida representa um retrocesso econômico, cria uma condição de desigualdade para o setor produtivo brasileiro e pode colocar em risco mais de 100 mil empregos.