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brooksby
O brasileiro João Fonseca, de 18 anos, segue impressionando em Wimbledon. Nesta quarta-feira (2), ele venceu o norte-americano Jenson Brooksby por 3 sets a 1, com parciais de 6/4, 5/7, 6/2 e 6/4, em 3h13min, e garantiu vaga na terceira rodada do ATP britânico. Com o feito, tornou-se o tenista mais jovem a atingir essa fase do torneio masculino desde 2011, quando o alemão Bernard Tomic, então com 18 anos e oito meses, alcançou as quartas de final.
Com a vitória sobre Brooksby, atual número 101 do mundo, Fonseca também se tornou o primeiro brasileiro a chegar à terceira fase do Grand Slam inglês desde Thomaz Bellucci, em 2010. O resultado iguala a melhor campanha do carioca em um torneio de Grand Slam, alcançada recentemente em Roland Garros.
“Foi um jogo difícil, contra um jogador muito esperto, um jovem que joga muito bem na grama. Sabia que seria muito difícil, então estou muito feliz com a forma como eu encarei a partida de hoje, cometendo poucos erros, sendo agressivo nos pontos importantes. Muito feliz com a forma que eu encarei o jogo mentalmente, me mantendo focado durante todos os pontos, mesmo ali onde ele conseguiu jogar melhor no segundo set e acabou ganhando, eu comecei muito bem no terceiro, então foi muito bom ter essa mentalidade”, declarou Fonseca após a partida.
Na próxima fase, o brasileiro, número 54 do ranking, enfrentará o chileno Nicolas Jarry, ex-top 20 e atual 143º do mundo. Jarry avançou após derrotar o americano Learner Tien por 3 sets a 0, com parciais de 6/2, 6/2 e 6/3.
Brooksby, de 24 anos, vinha embalado após ser vice-campeão do ATP 250 de Eastbourne e vencer três partidas no qualificatório de Wimbledon. Mesmo assim, Fonseca conseguiu controlar o jogo e confirmar sua evolução em torneios de alto nível.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.