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brigas entre torcidas
Na manhã desta quinta-feira (16), bonecos e mensagens com frases ameaçadoras foram encontrados pendurados em passarelas da Avenida Paralela, em Salvador, horas antes do clássico Ba-Vi, entre Vitória e Bahia, que acontece pela 28ª rodada do Campeonato Brasileiro.
Em um dos pontos, em uma passarela localizada em frente à Unijorge, um boneco foi pendurado de cabeça para baixo, ao lado de um papelão com os dizeres: "O terror vai começar". Já no Viaduto Dona Canô Veloso, também na Paralela, outro boneco foi exposto junto a uma faixa de tecido com duas frases: "Somos seu pesadelo" e "24/04/2014".
Nos registros, os bonecos vestem camisas que fazem alusão à torcida organizada Os Imbatíveis (TUI), do Vitória, o que aponta a ligação com disputas entre torcidas rivais
A data estampada na faixa, 24 de abril de 2014, faz referência ao dia em que Lucas dos Santos Lima, conhecido como "Chapolin", um dos fundadores e puxadores da TUI, foi assassinado a tiros dentro de uma loja de suplementos, no bairro dos Barris, em Salvador. O autor do crime é identificado como Jonas de Sousa Santos, e foi condenado a 22 anos de prisão em 2019.
A bola rola para Vitória e Bahia às 21h30, onde o Estádio Manoel Barradas será o palco do confronto. O Leão é o 17° colocado e precisa, mais do que nunca, vencer para se manter na cola do Santos (16°) na briga contra o rebaixamento. O Peixe venceu o Corinthians na última quarta-feira (15) e abriu seis pontos de vantagem para o Rubro-Negro.
Do outro lado, o Esquadrão de Aço tem o objetivo de vencer seguir na briga pelo G-4, que dá vaga direta à fase de grupos da Copa Libertadores. Até o momento, Botafogo (5°) e Mirassol (4°) seguem na frente.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Flávio Bolsonaro
"Lula vai ficar do lado de criminosos?"
Disse o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao fazer duras críticas à atuação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na área da segurança pública. Flávio, pré-candidato do PL a presidente nas eleições de outubro, citou o projeto de lei antifacção, aprovado pelo Congresso Nacional em fevereiro e que ainda não foi sancionado por Lula.