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briga no pl
A ex-candidata ao Senado nas eleições de 2022, Dra. Raíssa Soares (PL) publicou um vídeo nas redes sociais afirmando que registrou um Boletim de Ocorrência (B.O) em uma delegacia de Curitiba (PR) e disse estar sendo vítima de difamação. A movimentação ocorre após o deputado federal, Eduardo Bolsonaro (PL), acusar Raíssa de financiar empresas que criticam os familiares e o próprio ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Em publicação realizada nesta sexta-feira (25), Raíssa negou que tenha destinado dinheiro público para o Brado Rádio, onde se tem feito duras críticas ao ex-presidente da República. Nas redes sociais, Eduardo Bolsonaro alegou que a ex-candidata enviou dinheiro do fundo eleitoral para a apresentadora do Brado, Vanessa Moreira.
“Estão colocando fake news nas redes sociais usando meu nome alegando que pegue dinheiro público de campanha e coloquei na Brado Rádio. Essas mentiras são plantadas pela esquerda junto pelo centrão, que estão querendo dividir a direita. Isso não vai ficar barato para quem está difamando”, disse Raíssa Soares.
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Também citado no “exposed” de Eduardo Bolsonaro, o deputado estadual Diego Castro (PL) também se posicionou sobre o tema. O parlamentar da AL-BA atribuiu as acusações ao que chamou de “fogo amigo” e afirmou que, apesar das alegações, mantém “total respeito por Eduardo”, que, segundo ele, foi “enganado” por adversários políticos do estado.
“Tentam a todo custo me jogar contra a família Bolsonaro e, principalmente, contra o nosso presidente, mas eu jamais entrarei nesse jogo”, disse Diego.
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Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.