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Fortemente criticada pela sua performance no breaking olímpico, a australiana Rachel Gunn não ganhou nenhum ponto durante sua apresentação. A participante falou sobre a repercussão nas redes sociais.
"Agradeço a todas as pessoas que me apoiaram. Esperava trazer alguma alegria para as vossas vidas, era isso que eu esperava. Não percebi que isso também abriria a porta a tanto ódio, o que, francamente, foi bastante devastador. Mas eu fui lá e me diverti. Eu levei isso muito a sério. Trabalhei muito na preparação para os Jogos Olímpicos e dei tudo de mim, de verdade. É uma honra ter feito parte da equipa olímpica da Austrália e da estreia olímpica do breaking", comentou nas redes sociais.
De acordo com ela, não há notas no breaking, e a avaliação dela está no site dos Jogos Olímpicos.
"Um fato divertido: na verdade, não há notas no breaking. Se quiserem ver como os juízes me pontuaram em comparação com minhas adversárias, podem confirmar as comparações entre os cinco critérios no site dos Jogos Olímpicos. Todos os resultados estão lá", finalizou.
Confira abaixo o vídeo completo da apresentação de Rachel Gunn:
Rachael Gunn. Full performance. #Paris2024 pic.twitter.com/9UMJvI9AU0
— Avalanche (@Avalanche_Me) August 11, 2024
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André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.