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breaking dance
Fortemente criticada pela sua performance no breaking olímpico, a australiana Rachel Gunn não ganhou nenhum ponto durante sua apresentação. A participante falou sobre a repercussão nas redes sociais.
"Agradeço a todas as pessoas que me apoiaram. Esperava trazer alguma alegria para as vossas vidas, era isso que eu esperava. Não percebi que isso também abriria a porta a tanto ódio, o que, francamente, foi bastante devastador. Mas eu fui lá e me diverti. Eu levei isso muito a sério. Trabalhei muito na preparação para os Jogos Olímpicos e dei tudo de mim, de verdade. É uma honra ter feito parte da equipa olímpica da Austrália e da estreia olímpica do breaking", comentou nas redes sociais.
De acordo com ela, não há notas no breaking, e a avaliação dela está no site dos Jogos Olímpicos.
"Um fato divertido: na verdade, não há notas no breaking. Se quiserem ver como os juízes me pontuaram em comparação com minhas adversárias, podem confirmar as comparações entre os cinco critérios no site dos Jogos Olímpicos. Todos os resultados estão lá", finalizou.
Confira abaixo o vídeo completo da apresentação de Rachel Gunn:
Rachael Gunn. Full performance. #Paris2024 pic.twitter.com/9UMJvI9AU0
— Avalanche (@Avalanche_Me) August 11, 2024
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.