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brasileiros fora de portugal
O governo de Portugal anunciou que 33.983 imigrantes tiveram seus pedidos de residência negados e devem ser notificados para deixar o país de forma voluntária. Do total, 5.386 são brasileiros, o segundo maior grupo entre os afetados, ficando atrás apenas dos indianos.
Segundo o G1, após o anúncio do governo português, o presidente da maior associação de imigrantes portuguesa disse à imprensa portuguesa que a situação é de pânico e desespero.
"Vivemos em modo de pânico e isso leva as pessoas ao desespero, leva ao alimento das máfias e de muita gente sem escrúpulos, que se aproveitam dos vazios legais. As pessoas usam e abusam da fragilidade destas pessoas que merecem procurar uma vida melhor" , ressaltou Timóteo Macedo, da Solidariedade Imigrante.
Timóteo fez um "balanço bastante negativo"e explicou que a impossibilidade de renovar documentos também dificulta a volta dos imigrantes a seus países de origem e que Portugal se tornou uma "prisão a céu aberto".
Diante disso, o grupo tem promovido diversas manifestações contra a medida. Já os brasileiros especificamente representam 15,8% dos estrangeiros com pedidos negados, de acordo com dados emitidos pelo ministro da Presidência, António Leitão Amaro.
A gestão afirma que a medida impacta imigrantes destinada que tiveram suas solicitações não correspondidas aos critérios legais exigidos para regularização.
O afastamento coercivo deve acontecer em casos de descumprimento da notificação. A determinação não implica deportações imediatas ou detenções em massa.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jerônimo Rodrigues
"Os extremos não servem para nós. Nem uma polícia que não dê conta do seu papel, nem uma polícia que possa entrar no exagero e fazer ações fora do conceito de um servidor público. A polícia tem que garantir a segurança das pessoas e não ameaçá-las".
Disse o governador Jerônimo Rodrigues ao ser sabatinado na TV Aratu, nesta terça-feira (4) e abordou um dos temas mais sensíveis de sua gestão: a segurança pública e a atuação da Polícia Militar. Respondendo a questionamentos do jornalista Maurício Leiro, editor de política do Bahia Notícias, sobre a implementação das câmeras corporais nos fardamentos e suspeitas de excessos policiais, Jerônimo afirmou que "não passa a mão na cabeça" de quem atua fora dos padrões.