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brasileirao feminino a3 2026
O Planalto-GO é o campeão do Brasileirão Feminino A3 de 2026. A equipe goiana venceu o Juventude por 1 a 0 neste sábado (5), no Estádio Lourival Batista, o Batistão, em Aracaju, e levantou o troféu da quinta edição da competição. Brenda marcou o gol do título em cobrança de falta.
O resultado confirmou a vantagem construída pelo Planalto na primeira partida da decisão. No duelo de ida, disputado em Goiás, o time também havia vencido por 1 a 0 e, com o placar agregado de 2 a 0, garantiu o título nacional.
Fundado em dezembro de 2024, o Planalto disputou em 2026 sua primeira temporada no calendário nacional do futebol feminino e encerrou a campanha com números expressivos. Em 14 partidas, foram dez vitórias, três empates e apenas uma derrota, além de 28 gols marcados e 18 sofridos.
A conquista também é histórica para o futebol feminino de Goiás. Este foi o primeiro título de uma equipe do estado em uma competição nacional da modalidade. Em 2025, o Vila Nova chegou perto da taça, mas acabou derrotado pelo Atlético Piauiense na decisão.
Além do título, o Planalto-GO garantiu o acesso à Série A2 do Campeonato Brasileiro Feminino e se junta a Vitória e Botafogo, que foram rebaixados da Série A1.
JUVENTUDE TAMBÉM GARANTE ACESSO
Apesar da derrota na final, o Juventude também encerra a campanha com uma marca inédita. A equipe sergipana foi a primeira do estado a disputar uma final de uma competição nacional feminina.
Ao longo do torneio, o time acumulou 11 vitórias, um empate e duas derrotas, com 28 gols marcados e 16 sofridos. Com a classificação para a decisão, o Juventude também garantiu o acesso à Série A2 do Campeonato Brasileiro Feminino na próxima temporada.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ricardo Alban
"A entrada de importações de até 50 dólares sem tributação é o mesmo que financiar a indústria de países como a China, principal exportador de produtos de baixo valor para o Brasil, especialmente no setor têxtil. O prejuízo é direto a quem fabrica e comercializa em território brasileiro".
Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao comentar a aprovação da medida provisória 1357/2026, que revogou a chamada “taxa das blusinhas”. Segundo Alban, a medida representa um retrocesso econômico, cria uma condição de desigualdade para o setor produtivo brasileiro e pode colocar em risco mais de 100 mil empregos.