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Artigos

Adriano Sampaio
Cartografia da Erosão Eleitoral
Foto: Acervo pessoal

Cartografia da Erosão Eleitoral

Em uma janela eleitoral curta, a erosão não depende apenas do conteúdo de uma narrativa. Ela emerge da interação entre alcance, repetição, credibilidade percebida, congruência identitária, carga moral, capacidade de correção e propensão à abstenção ou mudança de escolha.

Multimídia

ACM Neto reage ao voto Lula-Neto e acusa PT de pressionar eleitores: “Não é dono do voto de ninguém”

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Em sabatina realizada nesta segunda-feira (21) com os editores do portal Bahia Notícias (BN), dentro do projeto Vota BN no Projeto Prisma, Antonio Carlos Magalhães (ACM) Neto comentou o fenômeno conhecido como “Lula-Neto”, que se refere ao voto dividido de eleitores entre a disputa pelo governo estadual e a Presidência da República. Durante a transmissão do podcast, o político foi enfático e respondeu que “ninguém é dono do voto de ninguém”.

Entrevistas

Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra

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Nesta segunda-feira (10), a ministra da Igualdade Racial, Rachel Barros, esteve em Salvador para participar do Colóquio Internacional Cultura, Relações Exteriores, Desenvolvimento e Reparação. O evento, que acontece nas cidades de Salvador e Cachoeira, integra as celebrações pelos 25 anos de fundação do FENEBA e desdobra as discussões iniciadas no 9º Congresso Panafricano, sediado em Lomé, no Togo.

brasil x noruega

Matheus Cunha se emociona após eliminação do Brasil e pede desculpas à Paraíba: "Agora é tentar encontrar forças"
Foto: YouTube / CazéTV

A eliminação do Brasil para a Noruega, neste domingo (5), nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026, também teve reflexos emocionais na zona mista do MetLife Stadium. Após a derrota por 2 a 1, o atacante Matheus Cunha concedeu entrevista à CazéTV e se emocionou ao falar sobre a frustração de não ter conseguido levar a Seleção adiante no Mundial.

 

Natural de João Pessoa, na Paraíba, o jogador relacionou a dor da queda ao orgulho de representar sua terra natal, sua família e o povo paraibano. Abalado, Matheus teve dificuldade para formular a resposta e pediu desculpas pelo fim do sonho brasileiro na Copa.

 

"É até emocionante. Você tenta formular respostas neste momento, mas... principalmente quando lembra da sua casa, do seu povo, da Paraíba, e do quanto você se orgulha de representá-los. Sentir essa frustração grande, de saber que não é sobre você nem sobre a sua família. É sobre todo esse povo que você tanto quis mostrar para o mundo que é o melhor em tudo que faz. O futebol é uma forma disso. Essa dor de não ter conseguido é muito grande", afirmou.

 

Matheus Cunha também agradeceu o apoio recebido durante a campanha brasileira. O atacante mandou uma mensagem direta para João Pessoa, para a Paraíba e para os torcedores que acompanharam a trajetória da Seleção na Copa.

 

"Agradeço de coração pelas palavras. Um beijo para João Pessoa, para a Paraíba e para todo mundo que mandou energia positiva de alguma forma. É muito difícil falar, mas peço desculpas por não ter levado esse sonho tão grande para a gente. É tentar encontrar forças para continuar", completou.

 

O atacante chegou à Copa como uma das referências ofensivas do Brasil e viveu um dos momentos mais importantes da carreira com a camisa da Seleção. Durante a competição, marcou três gols e se consolidou como um dos nomes de maior identificação com o torcedor brasileiro durante a competição.

 

A eliminação, no entanto, encerrou de forma amarga a caminhada da equipe comandada por Carlo Ancelotti. O Brasil foi superado pela Noruega após desperdiçar oportunidades durante a partida e viu Haaland decidir o confronto no segundo tempo. Neymar ainda descontou de pênalti nos acréscimos, mas não houve tempo para reação.

 

Com a queda, a Seleção Brasileira se despede da Copa do Mundo de 2026 ainda nas oitavas de final. 

Casemiro chora após eliminação do Brasil e desabafa após queda na Copa do Mundo: "É difícil achar palavras"
Foto: YouTube / CazéTV

A eliminação do Brasil para a Noruega, neste domingo (5), nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026, deixou marcas também no discurso dos jogadores. Após a derrota por 2 a 1 no MetLife Stadium, em Nova Jersey, o volante Casemiro concedeu entrevista à CazéTV e teve dificuldades para encontrar explicações para a queda da Seleção.

 

Ainda no gramado, o camisa 5 lamentou as chances desperdiçadas pelo Brasil e afirmou que a Noruega soube aproveitar as oportunidades que teve na partida.

 

"É difícil encontrar palavras. Encontrar o que foi feito e o que deixou de ser feito. Eles tentaram controlar o jogo sem atacar muito. Tivemos oportunidade de matar o jogo e não matamos. Tiveram um controle longe do nosso gol, mas depois acabaram tendo dois chutes e fazendo os gols", afirmou Casemiro.

 

Questionado sobre a estratégia brasileira para o confronto, o volante reconheceu que a Seleção recuou mais do que deveria na etapa final. Para Casemiro, o Brasil poderia ter mantido uma postura mais agressiva na marcação.

 

"Diria que, na segunda parte, baixamos um pouco as linhas quando não deveríamos ter baixado. Poderíamos ter caprichado na pressão. É difícil falar no que poderia ter sido feito. Ganha quem faz os gols, e eles fizeram", analisou.

 

A entrevista ganhou tom mais emocional quando Casemiro foi perguntado sobre o impacto da eliminação para as crianças brasileiras que acompanham a Seleção e sonham em jogar uma Copa do Mundo. O volante, que disputou seu terceiro Mundial, não escondeu o abatimento e pediu desculpas por não conseguir desenvolver a resposta como gostaria.

 

"É difícil achar palavras. Me desculpa. É difícil achar palavras neste momento. Sempre é um sonho quando se começa a jogar e se tem o sonho de jogar futebol. É o sonho de qualquer brasileiro jogar a Copa do Mundo. Tive minha terceira oportunidade e sou um privilegiado. Tenho muito orgulho do que eu e todos os jogadores fizemos aqui. E até mesmo da geração que não venceu", declarou.

 

Casemiro também reconheceu a frustração causada no torcedor brasileiro, mas reforçou que o grupo tentou construir uma campanha positiva durante o Mundial.

 

"No trabalho, a gente tenta, faz um bom trabalho. Sabemos que acabamos desapontando milhares, mas a vida segue. Acho que, nesses momentos, eu só quero estar com minha família e meus filhos. É muito difícil falar", completou.

 

A derrota encerrou a campanha do Brasil na Copa do Mundo de 2026 e aumentou o jejum da Seleção, que não conquista o título mundial desde 2002. Para Casemiro, que esteve presente nas Copas de 2018, 2022 e 2026, a queda marca mais uma frustração de uma geração que carregou o peso de tentar recolocar o país no topo do futebol mundial.

Neymar anuncia fim de ciclo na Seleção Brasileira após eliminação na Copa do Mundo: "Tentei, tentei. Agora acabou"
Foto: Rafael Ribeiro / CBF

A eliminação do Brasil para a Noruega, neste domingo (5), nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026, também marcou o possível encerramento de uma era na Seleção Brasileira. Após a derrota por 2 a 1, no MetLife Stadium, em Nova Jersey, Neymar indicou que não deve mais defender o Brasil.

 

A declaração foi dada durante a transmissão pós-jogo da GE TV, em conversa com o comentarista Bruno Formiga. Abalado pela queda brasileira, o camisa 10 verbalizou o fim da tentativa de conquistar a Copa do Mundo com a camisa da Seleção.

 

"Tentei, tentei. Agora acabou. Comecei aqui, fechei aqui", disse Neymar à ge TV.

 

 

A fala faz referência ao próprio MetLife Stadium, palco da eliminação brasileira. Foi no estádio de Nova Jersey que Neymar estreou pela Seleção principal, em 2010, em amistoso contra os Estados Unidos. Na ocasião, ainda como jogador do Santos, o atacante marcou um dos gols da vitória brasileira por 2 a 0.

 

Dezesseis anos depois, Neymar voltou ao mesmo estádio em cenário oposto. O camisa 10 começou a partida contra a Noruega no banco de reservas, entrou no segundo tempo e marcou, de pênalti, o único gol do Brasil na derrota por 2 a 1. O gol saiu já nos acréscimos, quando a Seleção tentava reagir após ver os noruegueses abrirem vantagem.

 

A despedida, caso confirmada, encerra um dos ciclos mais longos e marcantes de um jogador com a camisa da Seleção Brasileira. Neymar disputou quatro Copas do Mundo: 2014, 2018, 2022 e 2026. Em nenhuma delas conseguiu conquistar o título mundial.

 

Ao longo da trajetória pela Seleção principal, Neymar se tornou o maior artilheiro da história do Brasil, superando Pelé, e construiu números expressivos. Segundo o ge, o atacante encerra o ciclo com 80 gols e 58 assistências em 130 jogos pela equipe principal. Seu principal título pelo Brasil foi a Copa das Confederações de 2013, quando foi protagonista da campanha comandada por Luiz Felipe Scolari.

 

Neymar também teve papel central na conquista da medalha de ouro nos Jogos Olímpicos do Rio, em 2016. Apesar de o torneio olímpico ser disputado por seleções sub-23, o camisa 10 foi um dos jogadores acima da idade permitidos e marcou o pênalti decisivo na final contra a Alemanha, no Maracanã.

 

Nas Copas, a relação de Neymar com a Seleção foi marcada por protagonismo, expectativa e frustrações. Em 2014, no Brasil, sofreu uma lesão nas costas nas quartas de final, contra a Colômbia, e ficou fora da semifinal diante da Alemanha. Em 2018, participou da campanha que terminou nas quartas contra a Bélgica. Em 2022, marcou um gol na prorrogação contra a Croácia, mas viu o Brasil ser eliminado nos pênaltis. Em 2026, voltou a balançar as redes, mas não evitou a queda diante da Noruega.

 

Com a eliminação, Neymar deixa a Copa como o segundo jogador brasileiro a disputar quatro edições do Mundial sem conquistar o título, repetindo a marca de Thiago Silva. A derrota também aumentou o jejum da Seleção, que não vence uma Copa do Mundo desde 2002.

 

O possível adeus de Neymar abre espaço para a reformulação citada por Carlo Ancelotti após a partida. O treinador afirmou que a derrota "não é o fim", mas "o princípio de um novo ciclo". Para Neymar, no entanto, o ciclo iniciado no mesmo MetLife Stadium parece ter chegado ao último capítulo.

"Não é o fim, é o princípio de um novo ciclo", diz Ancelotti após eliminação do Brasil na Copa do Mundo
Foto: YouTube / CazéTV

A eliminação da Seleção Brasileira nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026 não foi tratada por Carlo Ancelotti como cenário de terra arrasada. Após a derrota por 2 a 1 para a Noruega, neste domingo (5), no MetLife Stadium, em Nova Jersey, o treinador concedeu entrevista coletiva e lamentou o resultado, mas defendeu a continuidade do projeto à frente do Brasil.

 

Questionado sobre a frustração do torcedor brasileiro, Ancelotti afirmou que a equipe deixa o Mundial com sentimento de tristeza, mas também com a necessidade de transformar a queda em ponto de partida para uma nova etapa.

 

"É óbvio que estamos profundamente tristes. Acho que a equipe, até agora, fez uma boa Copa do Mundo. No jogo de hoje, merecíamos ganhar. Quando se passa por um momento assim, é preciso pensar que uma derrota é o começo de uma nova temporada. Temos que seguir melhorando, trabalhando e encontrando novas ideias. Não é o fim, é o princípio de um novo ciclo", afirmou.

 

O treinador também foi perguntado sobre o que não funcionou no plano montado para enfrentar a Noruega. Para Ancelotti, o Brasil teve momentos de controle, criou oportunidades e tentou mudar o cenário da partida com as substituições.

 

"Acho que, em parte, fizemos um bom jogo. Tivemos muitas oportunidades no primeiro tempo e também no segundo. Depois, mudei para deixar o time mais inteiro fisicamente e dar oportunidade para tentar ganhar o jogo", explicou.

 

Um dos pontos centrais da coletiva foi a cobrança de pênalti desperdiçada por Bruno Guimarães no primeiro tempo. O meio-campista parou em Nyland em uma das principais chances brasileiras antes dos gols noruegueses. Ancelotti explicou que a escolha do cobrador foi baseada em números levantados pela comissão técnica ao longo do último ano.

 

"Fizemos uma estatística de um ano dos nossos jogadores e dos rivais. O melhor no Brasil era Raphinha, que obviamente não estava em campo. O melhor é Neymar, depois Igor Thiago, depois Raphinha e, depois de Raphinha, Bruno Guimarães e Martinelli. Escolhemos Bruno porque pensávamos que era o melhor em campo naquele momento", revelou.

 

O italiano também negou que tenha superestimado a capacidade da Seleção de chegar mais longe no Mundial, mesmo com pouco mais de um ano de trabalho. Segundo ele, o elenco brasileiro tinha condições de competir pelo título.

 

"Acho que o Brasil, com esse plantel, poderia competir até o final da Copa do Mundo. No jogo de hoje, me pareceu uma partida que a equipe tinha controlado e em que teve oportunidades. Era muito mais difícil fazer pressão alta, porque a Noruega colocou muitos jogadores atrás e baixava muito o Ødegaard. Fazer pressão alta era um risco pela velocidade do Haaland no um contra um", avaliou.

 

Ancelotti também foi questionado sobre como espera que a torcida reaja à eliminação e ao trabalho da comissão técnica a partir de agora. O treinador disse não saber como será a resposta do público, mas reforçou o compromisso com a Seleção Brasileira.

 

"Não sei. Só posso dizer que seguirei trabalhando por esta Seleção, tentando melhorar e buscar novas ideias. É o mesmo que disse a vocês durante este ano. O futebol é assim, o esporte é assim. Às vezes, é preciso saber lidar com a tristeza de uma derrota. Estou bastante acostumado a isso. Vamos lidar com esse momento com um novo impulso no trabalho e na avaliação dos jogadores", declarou.

 

Por fim, Ancelotti avaliou o legado da participação brasileira na Copa. Apesar da decepção pela queda precoce, o treinador destacou o ambiente interno e agradeceu ao grupo de jogadores.

 

"Acho que é uma experiência decepcionante pelo resultado, óbvio. Estamos muito tristes. Mas foi uma experiência bonita. Tivemos um bom grupo. Agradeço aos jogadores, que se entregaram muito bem e criaram um bom ambiente. Mas nem sempre, no esporte, tudo sai perfeito. Pelo esforço de hoje, não merecíamos perder", concluiu.

 

Com a eliminação, o Brasil encerra a participação na Copa do Mundo de 2026 ainda nas oitavas de final e chega a 24 anos sem conquistar o título mundial, igualando o maior jejum da história da Seleção entre conquistas de Copa. O intervalo repete o período entre o tricampeonato de 1970 e o tetracampeonato de 1994.

 

A queda também recoloca a Seleção em um patamar histórico negativo. Desde 1990, quando foi eliminada pela Argentina nas oitavas de final, o Brasil sempre havia alcançado, no mínimo, as quartas de final de uma Copa do Mundo. Com a derrota para a Noruega, a equipe iguala a pior campanha brasileira em Mundiais na era recente do mata-mata após a fase de grupos.

 

O próximo compromisso da Seleção já está marcado para a primeira Data Fifa após o Mundial. O Brasil fará dois amistosos contra a Austrália, em território australiano: o primeiro no dia 25 de setembro, em Townsville, e o segundo no dia 29, em Brisbane. As partidas devem marcar o início prático do “novo ciclo” citado por Carlo Ancelotti após a eliminação.

Brahma e Olodum lançam ação para incentivar torcida brasileira antes de duelo contra a Noruega
Créditos: Divulgação Brahma

Às vésperas do confronto entre Brasil e Noruega, a Brahma, marca de cerveja da Ambev, lançou uma ação em parceria com o Olodum para mobilizar a torcida brasileira e reforçar a campanha "Tá Liberado Acreditar". A iniciativa reúne música e futebol em um conteúdo divulgado nas redes sociais, com o objetivo de estimular a confiança dos torcedores na Seleção.

 

Inspirado na tradicional "remada viking", tradicional coreografia da torcida norueguesa, o vídeo começa com batidas ritmadas de atabaque que fazem referência ao universo do adversário. Na sequência, o ritmo é transformado em samba-reggae, marca registrada do Olodum, em uma representação da cultura brasileira e da identidade que acompanha a Seleção em grandes competições.

 

A ação faz parte do movimento "Tá Liberado Acreditar", campanha de Brahma que convida o torcedor brasileiro a resgatar a confiança na Seleção e nos símbolos que sempre acompanharam sua trajetória vitoriosa nos mundiais. 

 

Segundo a marca, a iniciativa também ressalta a importância das manifestações culturais na construção da identidade da torcida brasileira. A participação do Olodum resgata a memória afetiva ligada ao futebol nacional e reforça a mensagem de que a paixão, a música e a confiança na Seleção fazem parte da experiência dos torcedores às vésperas do confronto contra a Noruega.

 

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Raphinha volta a treinar com o elenco da Seleção Brasileira e aumenta expectativa de retorno contra a Noruega
Foto: Leonardo Baran / Bahia Notícias

Raphinha está de volta! Flagrado pelo correspondente do Bahia Notícias nos Estados Unidos, Leonardo Baran, o atacante do Barcelona voltou a trabalhar com o elenco da Seleção Brasileira nesta sexta-feira (3), no penúltimo treino antes do duelo contra a Noruega, pelas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026.

 

 

O camisa 11, que se recupera de uma lesão muscular na região posterior da coxa direita, apareceu em campo junto aos demais jogadores e participou da parte inicial da atividade. A presença do atleta no gramado representa avanço no processo de recuperação, mas ainda não garante participação no jogo deste domingo (5), às 17h, no Estádio de Nova York/Nova Jersey.

 

Raphinha está fora desde a partida contra o Haiti, pela segunda rodada da fase de grupos. Na ocasião, o atacante sentiu dores ainda no primeiro tempo, foi substituído e depois teve a lesão confirmada em exame de imagem. Desde então, o jogador passou a fazer tratamento intensivo com o departamento médico da Seleção.

 

A ausência abriu espaço para Rayan, que entrou durante o duelo contra os haitianos e depois assumiu a vaga de titular nos jogos contra Escócia e Japão. O jovem atacante seguiu entre os 11 iniciais na vitória brasileira sobre os japoneses, já no mata-mata, enquanto Raphinha continuava em recuperação.

 

Antes da lesão, Raphinha havia sido titular nos dois primeiros compromissos do Brasil na Copa. Na estreia, contra Marrocos, terminou sem gol ou assistência, mas apareceu entre os destaques físicos e táticos da equipe. Segundo dados da Fifa, o jogador foi o brasileiro que mais percorreu distância, mais realizou arrancadas, mais pressionou a saída adversária e mais recebeu bolas entre as linhas defensiva e de meio-campo.

 

Em sua segunda participação em Mundiais, Raphinha ainda busca a primeira participação direta em gols pela Seleção em Copas. No Catar, em 2022, ele disputou cinco partidas e passou em branco. Nesta edição, voltou a começar como peça importante para Carlo Ancelotti, mas teve a sequência interrompida pela lesão.

 

O treinador italiano já havia demonstrado confiança no camisa 11 antes do Mundial. Raphinha, por sua vez, admitiu antes da estreia que ainda buscava evoluir com a camisa da Seleção e afirmou saber que poderia "fazer muito mais".

 

A definição sobre a presença do atacante contra a Noruega deve passar pela avaliação final da comissão técnica e do departamento médico. O Brasil enfrenta os noruegueses valendo vaga nas quartas de final. Quem avançar encara México ou Inglaterra no dia 11 de julho, em Miami.

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
Eu já vi muito motivo pra atrasar obra, mas tartaruga é a primeira vez. Mas tem coisas que eu preferia não ver mesmo, como o Menudo Envelhecido soltando a voz. E enquanto Roto atua para embelezar o Judiciário, o Legislativo se pergunta quem teria enviado a infame mensagem pra Vorcaro. No meio disso tudo, o Molusco fez as bets provarem do próprio veneno, e Cunha segue encontrando mais um responsável pelo seu sofrimento. Saiba mais!

Pérolas do Dia

Carlos Viana

Carlos Viana
Foto: Reprodução / Redes Sociais

"Agora, imagina se fosse alguém da direita. Uma cantora fazendo lá o 22 no palco. Seriam pelo menos 24 horas para se explicar, depois multa, prisão, condenação e Deus sabe o que mais de perseguição". 

 

Disse o senador e candidato à reeleição por Minas Gerais, Carlos Viana (PSD) ao afirmar que vai denunciar a cantora baiana Ivete Sangalo por suposta promoção de “showmício” ao declarar apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), por meio de um gesto com as mãos. O parlamentar confirmou a denúncia em vídeo publicado nas redes sociais nesta terça-feira (29). 

Podcast

Projeto Prisma recebe o cientista político do INCT.DD Eduardo Grizenti nesta segunda

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O pesquisador trará um panorama detalhado do mapa eleitoral desenhado pelas urnas, o peso das redes sociais na definição dos votos nas disputas majoritárias e proporcionais, além dos cenários e tendências políticos para a Bahia e o Brasil nos próximos anos.

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