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Morreu na última quinta-feira (11) o ex-zagueiro Hércules Brito Ruas, conhecido no futebol como Brito. Campeão mundial com a Seleção Brasileira em 1970, ele estava internado há pouco mais de uma semana em decorrência de uma pneumonia. A informação foi divulgada oficialmente nas redes sociais do ex-jogador.
Brito fez parte de uma das equipes mais marcantes da história do futebol. Titular em todos os jogos da campanha do tricampeonato, no México, o defensor integrou o "Esquadrão", comandado por Zagallo que venceu a Copa de 1970 com nomes como Pelé, Jairzinho, Tostão, Gérson, Rivellino e Carlos Alberto Torres.

Foto: Divulgação
Na final, disputada no Estádio Azteca, o Brasil venceu a Itália por 4 a 1 e conquistou o terceiro título mundial. O mesmo estádio, inclusive, foi palco da abertura da Copa do Mundo de 2026.
Além da conquista de 1970, Brito também defendeu a Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 1966. Ao todo, disputou 43 partidas com a camisa do Brasil. Ele fez parte da equipe que ergueu a útima taça Jules Rimet da história das Copas.
No futebol brasileiro, o ex-zagueiro teve forte identificação com o Vasco. Revelado pelo clube carioca em 1957, permaneceu em São Januário até 1969 e se tornou ídolo vascaíno. Foi pelo Cruzmaltino que marcou o único gol da carreira profissional, também em 1969.
Ao longo da trajetória, Brito ainda vestiu as camisas de Flamengo, Internacional, Cruzeiro, Botafogo, Athletico-PR e Corinthians. Fora do Brasil, atuou pelo Deportivo Galicia, do Equador.
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Luiz Inácio Lula da Silva
"Eu fiquei triste, porque ele não foi derrotado por incompetência jurídica, porque ele é um dos melhores advogados desse país, ele foi derrotado por uma questão simplesmente política. E o que vai acontecer? Eu vou mandar o Messias outra vez. Por respeito à função presidencial, sou eu que indico".
Disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao confirmar que vai enviar ao Senado o nome do advogado-geral da União, Jorge Messias, para a vaga do Supremo Tribunal Federal (STF). O AGU teve sua primeira indicação rejeitada no Senado no último dia 29 de abril.