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O retorno de Beatriz Ferreira ao boxe olímpico começou com resultado positivo e mais uma medalha na carreira. A baiana, vice-campeã em Tóquio-2020 e bronze em Paris-2024 na categoria até 60kg, estreou na divisão até 65kg e já garantiu lugar no pódio da Copa do Mundo de Boxe de Guiyang, na China.
Na primeira competição internacional após os Jogos de Paris, Bia venceu a chinesa Shu Li em um confronto equilibrado decidido por pontos. A brasileira levou a melhor por decisão dividida (3 a 2) e avançou à semifinal, resultado que assegura ao menos a medalha de bronze.
O combate contou com alterância de domínio. No início, a atleta da casa saiu em vantagem na leitura dos juízes, mas Bia respondeu no segundo round ao impor maior volume de golpes e ajustar a distância. No terceiro assalto, a brasileira foi mais ativa e conseguiu virar a avaliação dos árbitros.
O placar final refletiu o equilíbrio: dois juízes marcaram 29 a 28 para a brasileira, dois deram o mesmo resultado para a chinesa e um anotou 30 a 27 para Bia Ferreira, confirmando a vitória por decisão dividida.
Agora, a brasileira volta ao ringue neste sábado (20) para enfrentar a cazaque Aida Abikeyeva por uma vaga na final da categoria até 65kg.
Após o ciclo olímpico de Paris, Bia passou a atuar também no boxe profissional e retornou ao circuito olímpico em modelo híbrido em 2026. Ainda na categoria até 60kg, ela havia conquistado o título brasileiro em abril, movimento que marcou seu reingresso definitivo na seleção.
O objetivo de longo prazo segue claro: a disputa dos Jogos de Los Angeles-2028, onde a pugilista mira o ouro olímpico, medalha que ainda não conquistou e que ela mesma chama de "mãe de todas".
Pelas semifinais do boxe feminino, na Arena do Norte de Paris, Bia Ferreira perdeu para Kellie Harrington e ficou com a medalha de bronze na categoria de até 60kg neste sábado (3), no 8º dia dos Jogos Olímpicos de Paris.
Três anos após ser derrotada pela pugilista irlandesa na final do boxe nos Jogos de Tóquio-2020, a baiana foi bastante impositiva entre os 3 rounds disputados, mas não mostrou o suficiente para sair vitoriosa em Paris. No desempate, os juízes votaram e Harrington saiu com a vitória.
A jornada da baiana Tatiana Chagas chegou ao fim. Derrotada para a sul-coreana Aeji Im no boxe da categoria até 54kg nesta terça (30), a brasileira deu adeus aos Jogos Olímpicos de Paris 2024 dentro da Rolland-Garros Arena.
Durante sua exibição, a baiana não mostrou ter sofrido diante de Aeji, mas pecou na efetividade dos golpes no decorrer dos rounds. Terceira representante brasileira a entrar no ringue nesta terça-feira, a pugilista caiu nas oitavas de final pelo placar de 4 a 1 para a República da Coreia.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.