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botijao de gas
O preço do botijão de gás de 13 quilos deve ter um aumento médio de aproximadamente R$ 5 em todo o estado da Bahia. A informação foi confirmada pelo presidente do Sindicato dos Revendedores de Gás do Estado (Sinrevgas), Robério Souza.
De acordo com o Aratu On, o reajuste é resultado da soma de fatores tributários, custos de suprimento e despesas operacionais. Um dos principais impactos vem do aumento do ICMS sobre o Gás Liquefeito de Petróleo (GLP). A mudança foi definida pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), do Ministério da Fazenda, que elevou a alíquota de R$ 1,39 para R$ 1,47 por quilo. Com isso, o acréscimo por botijão é de R$ 1,04.
Outro fator apontado é o reajuste no preço do gás fornecido pela Acelen, empresa responsável pela Refinaria de Mataripe. De acordo com o Sinrevgas, houve um aumento de R$ 1,00 no valor praticado pela refinaria, além de um repasse de R$ 0,40 por parte das distribuidoras. Juntos, esses reajustes somam R$ 1,40 em custos de suprimento para os revendedores.
Os aumentos, que totalizam R$ 2,44, se somam ainda ao reajuste salarial dos profissionais do setor. Com isso, o impacto final ao consumidor deve chegar a cerca de R$ 5.
Nesta quarta-feira, o preço do botijão de 13 kg era encontrado entre R$ 130,00 e R$ 165,00, a depender do local de venda.
A partir do dia 1º, também entra em vigor o novo valor do salário mínimo, que passa de R$ 1.518 para R$ 1.621, conforme publicação no Diário Oficial da União.
Um comerciante, de 57 anos, morreu após ser atingido na cabeça por um botijão de gás durante uma briga na noite do último sábado (22), na Rua Nelson Cabral, no bairro Conquista, em Ilhéus, no Litoral Sul.
Segundo a Polícia Civi, o fato ocorreu após um desentendimento com o acusado, de 41 anos, com quem a vítima tinha um histórico de desavenças.
Policiais militares se deslocaram e ao chegarem ao local encontraram a vítima, identificada como Gerson Anunciação de Oliveira, ferida após ser atingida pelo botijão.
O agressor fugiu logo após o ataque e até esta terça-feira (25) ainda não foi localizado. A PM realizou buscas na região, mas não encontrou o suspeito. A 7ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin) de Ilhéus registrou a ocorrência e apura a autoria e a motivação do crime.
O preço do gás de cozinha ficará mais caro em Salvador a partir desta quarta-feira (10), conforme informou o Sindicato dos Revendedores de Gás do Estado da Bahia (Sinrevgas). A entidade explicou que o reajuste ocorre em razão do dissídio nacional da categoria.
O aumento será aplicado nas 11 distribuidoras que atuam no país, sendo quatro delas localizadas na Bahia.
Atualmente, o botijão de gás custa entre R$ 125 e R$ 160 na capital baiana. Com o reajuste, a expectativa do Sinrevgas é de que o valor suba em média R$ 5. Segundo o sindicato, 80% das vendas em Salvador acontecem por meio de entregas, enquanto 20% correspondem à retirada diretamente nas revendedoras.
Agosto já começa com uma notícia ruim para o bolso dos baianos. A Acelen, empresa de energia proprietária da Refinaria de Mataripe (ex-RLAM), confirmou o reajuste do gás de cozinha em 10,16% para as distribuidoras, a partir desta quinta-feira (1º).
De acordo com o Sindicato de Revendedores de Gás de Cozinha da Bahia (Sindrevgás), este já é o sexto aumento seguido em 2024. Ainda conforme o Sindicato, o preço médio do estado deve ultrapassar os R$ 140.
“Ficamos perplexos diante de mais um aumento que causa uma temeridade na composição de preços. No mês passado (junho) houve um reajuste de $2,39 que o revendedor absorveu e não repassou para o consumidor. Agora nos deparamos com mais um reajuste, o que inevitavelmente chegará no bolso da população. O consumidor tem sua renda cada vez mais comprometida para aquisição de um produto tão essencial para o preparo dos alimentos”, reclamou o presidente do Sindrevgás, Robério Souza.
A Acelen justificou o reajuste informado que os preços dos produtos seguem critérios de mercado, considerando variáveis como custo do petróleo, que é adquirido a preços internacionais, dólar e frete, podendo variar para cima ou para baixo.
A empresa ressalta que possui uma política de preços transparente, amparada por critérios técnicos, em consonância com as práticas internacionais de mercado.
Problema no envasamento da Ultragaz continua e leva prejuízo para revendedores de gás e consumidores
Revendedores do gás de cozinha da Ultragaz, antiga Brasilgás, continuam com dificuldades para vender o produto por falta de botijão. O problema se intensificou na última semana, quando clientes de Salvador e região metropolitana tiveram trabalho para comprar gás de cozinha.
A Ultragaz é responsável por cerca de 60% do mercado na Bahia. De acordo com o presidente do Sindicato dos Revendedores de Gás, Robério Souza, a empresa mantém a estratégia de ratiar a distribuição de vasilhames para a rede de revendedores do estado.
Ainda segundo o sindicalista, alguns prazos para a regularização foram dados, mas nenhum foi cumprido. Os donos de estabelecimentos já contabilizam prejuízos. “Não conseguimos mensurar com exatidão, porém devido ao revendedor ter que fechar por falta de produto, estimamos que teremos pelo menos dois dias a menos de faturamento neste mês”, projeta Robério.
A Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) permite que o revendedor possa escolher qualquer marca para comercializar, porém a maior parte das bandeiras exige exclusividade para fechar negócio.
A reportagem tentou contato com a empresa e aguarda resposta.
Apesar de ter melhorado, o problema que envolve o envazamento do gás de cozinha na Ultragaz, principal distribuidora do produto na Bahia, ainda não foi completamente sanado.
“No momento a situação está um pouco melhor, até porque há um delay até o produto chegar nos estabelecimentos. No ritmo atual acredito que em até 10 dias deve ter estar normalizado”, estimou o presidente do Sindicato dos Revendedores (Sindrevgás), Robério Souza.
A Ultragaz, antiga Brasilgás, responsável por cerca de 60% do mercado no estado, enfrenta escassez do vasilhame, o que dificulta a venda do gás de cozinha nos estabelecimentos credenciados para a comercialização. Robério reforça que a situação é antiga, mas se agravou nesta semana. Consumidores relatam que não conseguem encontrar o produto em revendedores de Salvador e região metropolitana.
A reportagem procurou a empresa que não respondeu até o momento da publicação da nota.
Revendedores do gás de cozinha da Ultragaz, antiga Brasilgás, estão passando por sérios problemas nos últimos dias. Vários estabelecimentos Bahia afora estão impossibilitados de vender o produto por falta de botijão.
A empresa é responsável por cerca de 60% do mercado no estado e a escassez do vasilhame já começa a ser sentida por consumidores que enfrentam dificuldades na compra do gás, principalmente em Salvador e região metropolitana. Clientes reclamam que estão há três dias tentando comprar o produto e não conseguem.
“O problema é interno e não é de agora, isso vem de dois ou três anos. Ela [Ultragaz] tem uma grande fatia de mercado e não consegue suprir”, explicou o presidente do Sindicato dos Revendedores de Gás, Robério Souza. “Tem revendedores fechando por conta desse problema. Tem colegas que já estão na base há quatro, cinco dias sem engarrafar”, acrescenta.
Alguns relatos apontam que outras empresas também estariam passando pela mesma situação, mas Robério garante que estes casos são pontuais e menos graves que o da Ultragaz.
A Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) permite que o revendedor possa escolher qualquer marca para comercializar, porém a maior parte das bandeiras exige exclusividade para fechar negócio.
A reportagem tentou contato com a empresa e aguarda resposta.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Donald Trump
"Entendo que ela virá na próxima semana e estou ansioso para cumprimentá-la".
Disse o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump ao afirmar que deve se reunir com a líder da oposição venezuelana, María Corina Machado, na próxima semana, em Washington.