Artigos
Avanços na cadeia produtiva dos jumentos no Nordeste
Multimídia
Após deixar Podemos, Raimundo da Pesca comenta convites e explica escolha pelo PSD
Entrevistas
VÍDEO: Sílvio Humberto fala sobre cultura de Salvador, critica Executivo e comenta pré-candidatura a deputado; confira entrevista
botar fogo
O dono da SAF do Botafogo, John Textor, publicou uma nota oficial nesta sexta-feira (3) após as fortes declarações no fim da partida diante do Palmeiras, que terminou com a derrota do alvinegro carioca por 4 a 3.
O empresário estadunidense, que acusou a CBF de corrupção e pediu a renúncia do presidente da entidade, Ednaldo Rodrigues, afirmou que "não vai recuar" e que vai "botar fogo".
"Nossas ambições são claras pelo nosso nome... BOTAFOGO. Eu não vou recuar quando desafiado por pessoas em posição de poder que vão fazer de tudo, e falar de tudo, para se prender ao poder. Nós somos BOTAFOGO. Eu estou aqui para botar fogo", escreveu Textor.
Após as declarações, a CBF decidiu entrar com processo contra Textor e o empresário/influenciador Felipe Neto, que usou as redes sociais para afirmar que era uma "entidade corrupta".
Confira a nota oficial de John Textor na íntegra:
"Nossas ambições são claras pelo nosso nome... BOTAFOGO.
Eu profunda e apaixonadamente invisto nas comunidade as quais eu sirvo. Meu amor pelas pessoas do Brasil cresce forte a cada abraço.
Eu fui convidado aqui, por pessoas sábias no nosso governo, para ajudar a trazer mudança para o bonito jogo do Brasil e eu não vou recuar quando desafiado por pessoas em posição de poder que vão fazer de tudo, e falar de tudo, para se prender ao poder.
Nós somos BOTAFOGO. Eu estou aqui para botar fogo".
Siga a coluna Esportes do Bahia Notícias no Google News e veja os conteúdos de maneira ainda mais rápida e ágil pelo celular ou pelo computador!
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Flávio Bolsonaro
"Lula vai ficar do lado de criminosos?"
Disse o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao fazer duras críticas à atuação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na área da segurança pública. Flávio, pré-candidato do PL a presidente nas eleições de outubro, citou o projeto de lei antifacção, aprovado pelo Congresso Nacional em fevereiro e que ainda não foi sancionado por Lula.