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O baiano Alexandre Requião, mais conhecido como Borega, irá participar da exposição “Ziraldo Cara a Cara”, na 14º edição do Salão do Livro Vale do Aço, em Minas Gerais, a convite do cartunista e curador Genin Guerra. A mostra faz parte da programação cultural em homenagem ao escritor e cartunista mineiro Ziraldo que completou 90 anos em 2022.
A festa literária acontece entre esta terça-feira (23) e o próximo domingo (28), no Foyer do Teatro do Centro Cultural Usimina. Além da exposição, a programação também inclui espetáculos teatrais e musicais, oficinas, contação de histórias, feira de livros, lançamentos de livros e exibição dos filmes “O Menino Maluquinho” e “Menino Maluquinho 2 – A Aventura”.
De Feira de Santana, na Bahia, Alexandre utiliza o pseudônimo Borega para assinar suas obras. Em 1997, ele editou seu primeiro livro reunindo charges publicadas pelo extinto jornal "Feira Hoje". Atualmente é o chargista do portal “Bahia Notícias” desde sua estreia, além de ser colaborador do jornal “Tribuna Feirense”.
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Formado pelos músicos e compositores Borega, Rafael Galeffi e Luciano Aguiar, o grupo baiano Matita Perê comanda o happy hour da Varanda do Sesi do Rio Vermelho, neste domingo (3). O show começa a partir das 17h.
O repertório do trio apresenta uma mistura de composições próprias e arranjos autorais para canções clássicas da MPB. Para esse show, eles vão contar com a participação do contrabaixista Augusto Júnior, do saxofonista e flautista Vale Alencar e do baterista Marcos Santos.
Há 20 anos na estrada, o grupo tem versões especiais para "Só Louco", de Dorival Caymmi, "Asa Branca", de Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira, e "Cores Vivas", de Gilberto Gil, todas presente no repertório deste novo show. A lista de canções selecionadas vai de "Triste", de Tom Jobim, ao instrumental "Baião Bachiado", de Borega.
Entre outras performances, o grupo promete surpreender com o arranjo que une "Morena Tropicana", de Alceu Valença, a "Garota de Ipanema", de Tom Jobim e Vinícius de Moraes, em ritmo de xote. Do lado autoral, composições instrumentais como "Budi" e "Samba dos Alfaiates da Misericórdia" se misturam aos baiões "Triângulo", de Luciano Aguiar, e "Rosiana", de Luciano e Borega.
Para curtir o show, os interessados terão que pagar R$ 25 de couvert no local.
SERVIÇO
O QUÊ: Show da Matita Perê
QUEM: Matita Perê recebe Augusto Júnior, Val Alencar e Marcos Santos
QUANDO: 03 de novembro, às 17h
ONDE: Varanda do Sesi, Rio Vermelho
QUANTO: R$ 25 (couvert)
Formado pelos músicos Borega, Rafael Galeffi e Luciano Aguiar, o grupo Matita Perê é atração do Teatro Sesi Rio Vermelho, nesta quarta-feira (1º), véspera de feriado. A partir das 20h, os músicos vão apresentar o show do disco "Reino dos Encourados", lançado em abril deste ano.
Como convidada, a cantora Priscila Magalhães vai cantar "Licor de Jenipapo", um duo com Rafael Galeffi. Para o show, a banda terá ainda o apoio de dois músicos, o percussionista sueco Sebastian Notini e o acordeonista feirense Rogério Ferrer. Ambos participaram da gravação do CD.
SERVIÇO
O QUÊ: Matita Perê no Reino dos Encourados
QUANDO: 1º de novembro, às 20 horas
ONDE: Teatro Sesi Rio Vermelho - Rua Borges dos Reis, 9, Rio Vermelho
VALOR: R$ 30 (inteira)
Com lançamento em Salvador nesta sexta-feira (7), às 19h30, no restaurante Gibão de Couro, o disco “Reino dos Encourados”, do grupo baiano Matita Perê, reúne em som e imagens o “espírito de sertão musical” presente na obra do pintor e compositor Giberval Melo (1939-2006). Às cinco faixas compostas pelo artista, que é pai do vocalista Borega, foram somadas outras seis canções autorais do grupo, formado ainda por Luciano Aguiar e Rafael Galeffi. “Eu sabia que a obra dele sempre foi a verdadeira alma sertaneja, no sentido do Nordeste, não querendo atrapalhar com o outro sertanejo. Tanto na obra de desenhos, ilustrações, como quadros, ele sempre foi muito ligado a isso, e as canções também”, afirma Borega sobre o trabalho do pai, que serviu de fio condutor para o projeto.
A ideia de realizar o disco nasceu de um desafio lançado por César Oliveira, presidente da Tribuna Feirense, jornal para o qual Borega faz colaborações como chargista. “Em 2015 teve confraternização de fim de ano do jornal, e chegando lá rolou uma roda de violão. Chegou a minha vez e ele pediu para eu tocar alguma coisa. E ai toquei ‘Andarilho’, de meu pai. Ele pediu para tocar de novo e aí ele levantou e disse: ‘Quero apoiar o registro com as músicas do seu pai. Veja ai como faz, orçamento, prazo’. E ai a gente ficou trabalhando 2016 todo nisso”, lembra o músico. O processo que levou à concepção do disco teve como premissa fazer com que a obra do Matita Perê dialogasse com o homenageado. A faixa “Andarilho”, por exemplo, foi resgatada de uma gravação caseira na qual Giberval é acompanhado ao violão pelo irmão Marcelo Melo.

A arte do encarte é assinada pelo designer Sidhartha Gautama, baseado em pinturas e ilustrações de Giberval Melo | Foto: Jamile Amine / Bahia Notícias
“Eu fui escolhendo as músicas dele e foram me levando para esse lugar que eu chamei do ‘Reino dos Encourados’, lembrando vaqueiros e boiadeiros, o lugar que apoiou aquelas tropas que vinham do litoral pra dentro do estado. Encourado nesse sentido de valorização da época do vaqueiro, pra povoar a região. E esse reino é um lugar que é fantasia, um lugar de afeto, também, não só de reflexão, das agruras, da coisa do sertão...”, explica o músico, revelando ainda que a origem do título vem de uma expressão presente em um texto do pesquisador e poeta feirense, Washington Queiroz.
Confira o trecho final da canção "Timidez":
Para definir o repertório autoral, Borega conta que foi um processo natural. “Foi fácil escolher, porque o repertório da gente sempre teve baião, xote, então só foi mergulhar um pouco mais na alma”, avalia o artista. O disco contou ainda com alguns colaboradores: Luizinho Melo, vocalista da banda Geração Nômade, que dividiu os vocais com o irmão Borega no xote “Timidez”; Roberval Pereyr, que assina a parceria “Decisão”; e a cantora Priscila Magalhães, que divide os vocais em “Licor de Jenipapo”. Participam do disco também Rogério Ferrer, que toca acordeon em metade das faixas; João Omar, filho do compositor e cantador Elomar; sueco Sebastian Notini – radicado na Bahia desde 1998 –, responsável por toda a parte percussiva do CD; e Anderson Silva, responsável pelo contrabaixo em "Decisão". A arte do encarte é assinada pelo designer Sidhartha Gautama, baseado em pinturas e ilustrações de Giberval Melo escolhidas especialmente para o disco.
Borega com o seu novo livro. No fundo, charges do cartunista que decoram a redação do BN
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"Quando o povo toma uma decisão, seja de direita, de esquerda ou do centro, temos que aceitar esse resultado. Eu nunca teria imaginado que um metalúrgico, que já foi líder sindical como eu, fosse eleito três vezes para a presidência. Mas aqui estou eu!".
Disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva fala sobre seus planos para a eleição deste ano, das pesquisas atuais e do principal adversário, Flávio Bolsonaro, e a respeito das suas estratégias para lidar com Donald Trump.