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borat
Três torcedores do Club Brugge foram condenados por um tribunal de Astana, no Cazaquistão, após um episódio ocorrido durante a partida contra o Kairat Almaty, válida pela Champions League, na última terça-feira (20). Os belgas chamaram a atenção ao comparecerem ao estádio usando fantasias inspiradas no personagem “Borat”, o que motivou a intervenção das autoridades locais.
Segundo comunicado oficial do tribunal, divulgada nesta quinta-feira (22), os torcedores foram denunciados por perturbação da ordem pública e receberam pena de cinco dias de detenção administrativa. A decisão se baseou no comportamento registrado dentro da Astana Arena, palco do confronto continental.
De acordo com a nota, os envolvidos foram identificados em estado de embriaguez e protagonizaram cenas consideradas inadequadas no interior do estádio. “Se despiram, ficando apenas de roupa íntima, perturbando assim a ordem pública”, diz um trecho do documento divulgado pelas autoridades judiciais.
A vestimenta utilizada — um maiô verde preso ao pescoço, semelhante a um suspensório e conhecido por comprimir as regiões genitais — faz referência direta ao personagem do filme “Borat”, comédia lançada em 2006. A produção acompanha as aventuras fictícias do jornalista cazaque Borat Sagdiyev, interpretado pelo ator britânico Sacha Baron Cohen, e ficou marcada pelo humor ácido e pelas críticas culturais.
Curiosamente, o filme chegou a ser alvo de restrições no próprio Cazaquistão após o lançamento, por ser considerado ofensivo à imagem do país. Anos depois, no entanto, autoridades locais reconheceram que a obra acabou contribuindo para aumentar a visibilidade internacional e impulsionar o turismo na nação da Ásia Central.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.