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bombardeio
Uma foto que começou a circular nas redes sociais nesta manhã de sábado (3) supostamente mostraria o momento da prisão do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, pelas forças especiais dos Estados Unidos. A captura de Maduro ocorreu em meio a ataques e bombardeiros na Venezuela.
Pela foto se vê Maduro sendo preso por militares, entre eles um da Drug Enforcement Administration (Administração de Repressão às Drogas), conhecida como DEA. O órgão é a principal agência norte-americana no combate ao crime relacionado a drogas, e possui atuação internacional.
A imagem da prisão ainda não foi divulgada por nenhum órgão do governo do presidente Donald Trump, mas vem sendo utilizada em reportagens de sites venezuelanos. O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro e o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) replicaram a imagem em suas contas na rede X, ao mesmo tempo em que comemoraram a captura do presidente da Venezuela.
Nas redes sociais, usuários afirmam que a foto se trata de inteligência artificial. Já a vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodriguez, afirmou que desconhece o paradeiro de Nicolás Maduro.
A vice-presidente, em pronunciamento nesta manhã de sábado, exigiu que o governo dos Estados Unidos apresentasse uma prova de vida de Nicolás Maduro.
Delcy Rodriguez disse que “em face dessa situação brutal, desconhecemos o paradeiro do presidente Nicolás Maduro e da primeira-dama Cília Flores. Exigimos do governo do presidente Donald Trump prova de vida imediata do presidente Maduro e da primeira-dama”.
O jornalista da agência de notícias Reuters, Issam Abdallah, morreu nesta sexta-feira (13) após a equipe de imprensa, na qual ele estava, ser atingida por bombardeios no sul do Líbano, na fronteira com Israel. A informação foi confirmada pela própria agência.
Mais cedo, o Exército de Israel bombardeou várias cidades na fronteira com o Líbano, aumentando temores que o Hezbollah entre na guerra. O conflito entre Israel e o Hamas chegou nesta sexta ao 7º dia, com quase 3 mil mortos.
Segundo a Reuters, Abdallah foi atingido enquanto transmitia ao vivo um dos bombardeios. A agência disse que iniciou uma investigação própria sobre o caso.
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“Ficamos profundamente tristes ao saber que o nosso cinegrafista Issam Abdallah foi morto. Estamos buscando urgentemente mais informações, trabalhando com as autoridades da região e apoiando a família e os colegas de Issam”, afirmou a Reuters, em comunicado. Veja:
Reuters videographer Issam Abdallah was killed while working in southern Lebanon on Friday, @Reuters said in a statement https://t.co/WX25aBPZ7J pic.twitter.com/fgkV270pCq
— Reuters (@Reuters) October 13, 2023
Apesar de a guerra entre o Hamas e Israel se concentrar na Faixa de Gaza, o Exército israelense e o Hezbollah vêm trocando ataques na fronteira entre os dois países nos últimos dias.
Além de Abdallah, dois jornalistas da rede Al-Jazeera e outro da agência de notícias francesa AFP também estavam no comboio e foram atingidos. A Al-Jazeera disse que sua equipe foi transferida para um hospital da área.
Sucesso na novela ‘Avenida Brasil’ (2012), da TV Globo, no papel do DJ Tomás, o ator e modelo paulistano Ronny Kriwat, 36 anos, está em Israel em meio aos ataques do grupo extremista Hamas. Ele ficou noivo de Tatiana Cukierkorn um dia antes dos bombardeios deste sábado (7), que já matou mais de 380 pessoas entre judeus e palestinos.
Pelas redes sociais, Kriwat, que é judeu, compartilhou fotos do pedido de casamento e da viagem ao país na companhia da noiva. O pedido foi feito pelo ator próximo à fortaleza de Mitzpe Ramon, local que fica no deserto de Negev, no Sul de Israel, justamente na região onde acontecem os conflitos de hoje. O casal também esteve no famoso ‘Muro das Lamentações’, em Jerusalém.
Ao G1, Ronny Kriwat disse já estar em Tel Aviv, capital israelense e que ele e a noiva estão em segurança, hospedados em um hotel.
“O clima por aqui é de tensão, tristeza e incerteza, mas estamos bem e as pessoas por aqui se mostram calmas na medida do possível. Pelo o que sabemos, o conflito está ocorrendo mais para o sul. A orientação é ficar no hotel”, contou por mensagem.
Kriwat também compartilhou pelas redes sociais mensagens de apoio ao povo de Israel.
O bombardeio feito pelo movimento islâmico armado Hamas em Israel, neste sábado (7), matou ao menos 382 pessoas, segundo dados dos serviços de urgência. Desse total, 150 foram mortas em Israel e 232 na Faixa de Gaza. Outras milhares de pessoas ficaram feridas. O Ministério de Saúde de Israel afirmou que pelo menos 1.104 pessoas foram levadas a hospitais para serem atendidas. Dessas, há 17 em estado crítico.
O ataque surpresa na manhã de hoje, no horário local, é considerado um dos maiores sofridos pelo país nos últimos anos. De acordo com informações do G1, os ataques aconteceram principalmente na parte sul de Israel.
Milhares de foguetes foram lançados e, em comunicado, os militares de Israel afirmaram que “vários terroristas infiltraram-se no território israelita a partir da Faixa de Gaza”.
Ao reivindicar a autoria do ataque, o grupo Hamas afirmou se tratar do início de uma grande operação para a retomada do território. Em resposta aos ataques, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, disse que seu país está em estado de guerra. O premiê lançou a operação "Espadas de Ferro" e convocou uma reunião de emergência com autoridades de segurança. O país convocou uma grande quantidade de reservistas.
O ministro da Defesa do país, Yoav Galant, afirmou que o Hamas cometeu um "grande erro". O premiê israelense também pediu aos cidadãos que sigam as instruções de segurança. A recomendação é que as pessoas fiquem próximas a prédios e espaços protegidos.
“As Forças de Defesa de Israel defenderão os civis israelenses e a organização terrorista Hamas pagará um alto preço pelas suas ações”, disse o comunicado divulgado pelos militares israelenses.
O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, conversou com o premiê israelense e afirmou que o país está pronto para oferecer “todos os meios apropriados de apoio”. (Atualizada às 15h22)
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.