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bomba atomica
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) comentou sobre a situação do Brasil após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, impor um tarifaço de 50% sobre os produtos brasileiros. Em entrevista à CNN nesta quinta-feira (10), o congressista comparou o caso com o que foi enfrentado pelo Japão no fim da Segunda Guerra Mundial, quando o país foi atingido por duas bombas atômicas.
“Se você olhar para a Segunda Guerra Mundial, o que é que os Estados Unidos fez [sic] com o Japão? Lança uma bomba atômica para Hiroshima, para demonstrar força. Qual foi a reação do Japão naquela época? Falou: ‘Olha, nós aqui somos patriotas, isso é uma interferência dos Estados Unidos no nosso país, vamos resistir, fora ianques!’ Qual foi a consequência três dias depois? Uma segunda bomba atômica, em Nagasaki! Para aí depois, sim, haver, no dia 16 de agosto de 1945, portanto duas semanas depois da primeira bomba, uma rendição formal por parte do Japão!”, disse Flávio Bolsonaro.
“Então essa situação tem que ser encarada como uma negociação de guerra, sim, onde nós não estamos em condições normais. Nós não estamos em condições de exigir nada por parte do governo Trump. Ele vai fazer o que ele quiser independente da nossa vontade”, concluiu.
Durante a entrevista, o senador alegou que o Brasil não tem “poder de barganha” para negociar com Trump. Como solução, Eduardo sugeriu que seja adotada a anistia no país.
??Flávio Bolsonaro faz alusão com Hiroshima e Nagasaki e diz que Brasil não tem “poder de barganha” contra Trump
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) July 11, 2025
?? Confira: pic.twitter.com/ed96Dg2GqL
Cabe a nós termos a responsabilidade de evitar que caiam duas bombas atômicas no Brasil, para depois anunciar que vamos fazer anistia”, disse o senador.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
José Múcio Monteiro
"Precisamos ver onde podemos ajudar mais. A simpatia que o meu presidente tem pela Venezuela é absoluta. A partir de agora, Brasil e Venezuela são um só país".
Disse o ministro da Defesa, José Múcio Monteiro após reunião nesta terça-feira com a presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, em Caracas. O encontro está marcado para as 14h, horário de Brasília. Pela manhã, Múcio já havia se reunido com o ministro da Defesa venezuelano, Gustavo González López, com quem conversou sobre a ajuda que o Brasil vem enviando ao país após os terremotos da semana passada.