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O ex-chefe da Secretaria de Comunicação Social do governo Jair Bolsonaro (PL), Fabio Wajngarten, usou a sua conta no Twitter para afirmar que as joias recebidas pela ex-primeira dama, Michelle Bolsonaro, seriam encaminhadas ao acervo da presidência da República e não retidos pela Receita Federal.
“Termo de Retenção de bens 26/10/21 - 18:37 GRU Dia 29/10/21 - ( logo depois ) Responsável pelo acervo responde ao gabinete do Ministro Bento informando-o que os presentes recebidos deveriam ser encaminhados ao acervo do palácio”, escreveu Fabio Wajngarten.
“No termo de apreensão dos bens (presentes presidenciais) constam joias e uma miniatura de um cavalo. As joias estavam numa caixa selada que só foi aberta pela receita no aeroporto. Ninguém sabia o que tinha dentro. Não é verdade que as joias estavam escondidas”, acrescentou.
Mais infos:
— Fabio Wajngarten (@fabiowoficial) March 4, 2023
No termo de apreensão dos bens (presentes presidenciais) constam jóias e uma miniatura de um cavalo.
As joias estavam numa caixa selada que só foi aberta pela receita no aeroporto.
Ninguém sabia o que tinha dentro.
Não é verdade que as joias estavam escondidas. pic.twitter.com/ZClKOZYNcU
Na noite de sexta-feira (4), o jornal "O Estado de S. Paulo" informou que o governo de Bolsonaro tentou trazer ilegalmente para o Brasil um conjunto de joias com diamantes e relógio avaliado em € 3 milhões, o equivalente a R$ 16,5 milhões. De acordo com a publicação, as joias eram um presente do regime saudita para o então presidente e a primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL), e foram apreendidas no aeroporto internacional de Guarulhos (SP).
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jaques Wagner
"Eu acho que nós temos muito a trocar. Essa é uma civilização milenar, que tem muito a ensinar com o salto que eles deram aqui em 40 anos. Você pega uma cidade como essa, que há 50 anos era uma aldeia de pescadores com 20 mil habitantes. Hoje tem 17 milhões de habitantes. Você anda por aqui e não vê um papel no chão, não vê uma sujeira, um teatro espetacular, um prédio todo novo. Parabéns pra eles por terem conseguido. E muita gente do Brasil, que tem preconceito, devia dar um pulo aqui. Porque eu vejo as pessoas falando: 'ah, mas eles são comunistas'. Eu não sei o que quer dizer isso. Mas se comunismo é isso aqui, é um sucesso".
Disse o senador Jaques Wagner ironizou, nesta terça-feira (5), ao comentar as críticas que são feitas à China e o preconceito pelo país se declarar comunista. O senador está em Shenzhen, no Sul chinês, e acompanhou a última apresentação da turnê do Neojiba - Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia, projeto que ajudou a fundar.