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O empate entre Corinthians e Independiente Santa Fe terminou com tensão no gramado do El Campín, em Bogotá. Logo após o apito final do 1 a 1 pela Libertadores, jogadores das duas equipes se envolveram em uma confusão próxima ao gol defendido por Hugo Souza na etapa final.
Informações veículadas pela equipe de transmissão da Paramount+, deram conta de que o início do tumulto teria sido a comemoração do goleiro corintiano.Hugo celebrou o resultado voltado para a torcida do Santa Fe, posicionada atrás da meta. A atitude irritou o atacante Nahuel Bustos, que foi em direção ao camisa 1 e provocou a correria no setor. Assista:
CONFUSÃO COMPLETA DO FINAL DO JOGO DO CORINTHIANS X SANTA FE
— 2D (@2Dfut) May 7, 2026
OS JOGADORES DO SANTA FE QUERIAM MUITO BATER NO HUGO SOUZA
ALGUÉM SABE O MOTIVO?? pic.twitter.com/1hYwbkpfPB
No meio da confusão, Hugo Souza recuou e foi protegido por integrantes da delegação do Corinthians. O técnico Fernando Diniz também apareceu entre os membros do estafe que escoltaram o goleiro em direção ao túnel de acesso aos vestiários.
Enquanto atletas do Santa Fe tentavam se aproximar, entre eles o meia Obrian, jogadores do Corinthians formaram uma proteção em torno de Hugo. O goleiro deixou o campo sob arremesso de objetos por parte de torcedores localizados atrás do gol.

Momento em que Hugo Souza comemora o resultado na frente da torcida do Santa Fé | Foto: Reprodução / TV Globo
Depois que o tumulto foi contido, o elenco alvinegro tentou atravessar o gramado para agradecer aos torcedores corintianos presentes no setor norte do estádio. A segurança da partida chegou a formar uma barreira para impedir a aproximação dos jogadores.
Mesmo com a resistência inicial, os atletas seguiram até a Fiel e comemoraram o resultado em Bogotá. Dentro de campo, o Santa Fe havia aberto o placar com o ex-atacante do Bahia, Hugo Rodallega, mas Gustavo Henrique marcou nos acréscimos e garantiu o empate para o Corinthians.
Com o resultado, o Timão chegou aos dez pontos e manteve a liderança do Grupo E após quatro rodadas. A pontuação deixa o clube paulista em boa situação na briga por uma vaga nas oitavas de final da Libertadores.
Agora, o Corinthians volta as atenções para o Campeonato Brasileiro. No próximo domingo, às 18h30, a equipe recebe o São Paulo, na Neo Química Arena, pela 14ª rodada.
O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, se manifestou neste sábado (27), após ter o visto de entrada nos Estados Unidos cancelado pelo governo de Donald Trump. O líder colombiano havia estado em Nova York, onde participou de reuniões na Organização das Nações Unidas (ONU) e de atos públicos, incluindo uma manifestação em apoio à Palestina.
“Cheguei a Bogotá. Não tenho mais visto para viajar para os EUA. Não me importo. Não preciso de visto, mas de uma autorização eletrônica de viagem (ESTA), porque não sou apenas colombiano, também sou cidadão europeu”, escreveu Petro em sua conta no X.
O governo norte-americano anunciou a medida na sexta-feira (26), por meio da conta oficial do Departamento de Estado no X. Segundo o comunicado, a decisão se deu por declarações consideradas “irresponsáveis e inflamadas” feitas pelo presidente colombiano durante protestos.
“Mais cedo, o presidente colombiano esteve em uma rua de Nova York e pediu aos soldados americanos que desobedecessem ordens e incitassem violência. O visto de Petro foi revogado por conta de suas ações”, informou o texto.
Durante a manifestação pró-Palestina, o mandatário esteve ao lado do músico britânico Roger Waters, ex-integrante do Pink Floyd, e fez um apelo aos militares dos Estados Unidos.
“Peço a todos os soldados americanos que não apontem seus fuzis para a humanidade. Desobedeçam a ordem de Trump. Obedeçam à ordem da humanidade”, declarou.
De acordo com a Caracol Radio, a decisão de Trump foi anunciada no momento em que Petro já embarcava de volta para Bogotá.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.