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bloqueio placentario
Os médicos do Hospital Geral Roberto Santos (HGRS) conseguiram salvar a vida de dois bebês, ainda na barriga da mãe, após realizarem o procedimento de bloqueio placentário na última quarta-feira (22). De acordo com o hospital é a primeira vez na história que a cirurgia foi realizada na rede pública do Estado.
A gestante Aline Muniz, 28 anos, natural de Uruçuca, na região do Litoral Sul, foi diagnosticada com um episódio raro que acontece na gestação gemelar, em que um dos fetos recebe mais sangue e suprimentos da paciente do que o outro, comprometendo seu desenvolvimento, podendo levá-lo à morte.
A paciente estava fazendo o pré-natal da sua quinta gestação, em Itabuna, quando seu diagnóstico foi revelado. A partir daí, ela foi encaminhada ao Hospital Geral Roberto Santos, em Salvador, para que fosse realizado o bloqueio placentário, impedindo que o sangue de um dos fetos passasse para o outro.
A preceptora da residência em ginecologia e obstetrícia do HGRS, Dinah Leão Marques, responsável por viabilizar a intervenção na paciente, explicou que a gestante foi submetida a um procedimento através de vídeo laser, que durou cerca de 40 minutos e envolveu mais de 10 profissionais.

Foto: Divulgação
A incidência de casos similares aos de Aline Muniz é de um em cada 80 gestações de gêmeos. “Eu tive muita sorte, pois ocorreu tudo bem comigo e fui muito bem atendida aqui no hospital”, afirmou a gestante.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.