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blaze
A influenciadora digital e empresária Virginia Fonseca está sendo citada em um processo milionário NA Justiça do Distrito Federal.
O processo movido pelo Ministério Público do Distrito Federal (MP-DFT), pede para que a blogueira pague uma indenização por dano coletivo no valor de R$ 120 milhões por publicidade enganosa através das postagens feitas para a plataforma Blaze, relacionada a apostas esportivas.
A Promotoria pede indenização de R$ 120 milhões de dano coletivo e pediu que ela apagasse os posts sobre pedido de apostas durante a Copa do Mundo.
A casa de apostas respondeu ao MPDFT em 75 páginas negando ilegalidades nas publicidades.
A influenciadora ainda não tinha sido notificada sobre o processo pela Justiça por dificuldade de localização. Agentes chegaram a ir até um imóvel registrado em nome da influenciadora, em Goiânia (GO), mas não conseguiram cumprir a notificação.
Porém, a equipe de Virginia informou que a influenciadora compareceu de forma espontânea ao processo na segunda-feira (31), se manifestou e deu início ao prazo legal para apresentação da defesa.
O cantor Zé Felipe terá uma nova fonte de renda. De acordo com a coluna de Fábia Oliveira, do site Metrópoles, o filho de Leonardo irá retomar o acordo com casas de apostas.
Zé, que havia encerrado a parceria com a Blaze pouco antes do fim do casamento com Virgínia, em maio de 2025, irá assinar um contrato milionário com outra empresa.
Segundo a publicação, o contrato teria cifras na casa dos R$ 350 milhões por ano, o que dá uma média de R$ 29 milhões ao mês.
Fábia Oliveira pontua que, apesar do valor ser alto, é menor do que ele ganhava com a Blaze. Ainda assim, Zé Felipe será o novo rosto de uma nova plataforma de apostas.
O jogador Neymar foi acionado na Justiça do Rio de Janeiro sob acusação de promover publicidade enganosa de um site de apostas e cassino on-line.
De acordo com a coluna de Ancelmo Gois, do jornal O Globo, o processo foi movido por um advogado que pontua que o atacante do Al-Hilal segue divulgado a plataforma nas redes sociais, mesmo após reclamações e ações judiciais de consumidores.
Segundo a publicação, o advogado pede que o assunto seja encaminhado à polícia.
O jogador foi anunciado como embaixador da plataforma em dezembro de 2022. O contrato do brasileiro com a Blaze foi firmado por quatro anos. O negócio de Neymar com a Blaze foi intermediado pelo pai e pela agência de marketing da família, a N&N Consultoria, e custou R$ 45 milhões.
Em seis meses, a empresa reúne mais de 3 mil reclamações no site 'Reclame Aqui', e desde a criação da empresa são mais de 20 mil queixas dos clientes. A avaliação da Blaze na plataforma é ruim, com nota de 5.2/10.
A empresa é uma das investigadas pela Polícia Civil de São Paulo e chegou a ter R$ 100 milhões bloqueados pela Justiça. A denúncia feita pelo Fantástico deixou o jogador de fora. Neymar nunca se pronunciou sobre a polêmica envolvendo a plataforma.
Os influenciadores que têm contratos com a plataforma de apostas Blaze estão procurando a empresa para tentar rescindir o contrato de publicidade, após a empresa virar alvo de uma extensa investigação.
De acordo com a Folha de S. Paulo, no mínimo 12 nomes procuraram a empresa para tentar não ter seus nomes ligados a ela. Entre eles, a atriz Mel Maia apontou que não sabia sobre a investigação, e que já tomou as medidas para proteger seu nome.
"Melissa Maia de Sousa, por seus advogados, vem informar que não possui conhecimento acerca de qualquer investigação envolvendo o site blaze.com, tendo sido contratada apenas para realizar ações de publicidade, bem como que aguardará o desfecho do procedimento investigativo a fim de tomar as medidas cabíveis", diz o comunicado assinado pelos advogados da atriz.
Ainda segundo o F5, a ex-BBB Larissa Santos também está tentando se livrar do contrato. A influenciadora fechou os comentários das fotos em que divulga a plataforma, e não se divulga mais como embaixadora da plataforma.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ricardo Alban
"A entrada de importações de até 50 dólares sem tributação é o mesmo que financiar a indústria de países como a China, principal exportador de produtos de baixo valor para o Brasil, especialmente no setor têxtil. O prejuízo é direto a quem fabrica e comercializa em território brasileiro".
Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao comentar a aprovação da medida provisória 1357/2026, que revogou a chamada “taxa das blusinhas”. Segundo Alban, a medida representa um retrocesso econômico, cria uma condição de desigualdade para o setor produtivo brasileiro e pode colocar em risco mais de 100 mil empregos.