Artigos
O Paraguaçu sob ataque
Multimídia
Alex Santana revela convite de ACM Neto para assumir secretaria
Entrevistas
Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
bira presidente
O sucessor de Ubirajara Félix do Nascimento, o Bira Presidente, a frente do Cacique de Ramos, só será definido sete dias após a morte do ícone do samba.
De acordo com a instituição, Bira seguirá simbolicamente na função, que só terá o novo comando revelado pelo Cacique no final do mês. "Faremos o comunicado oficial das próximas diretrizes após o sétimo dia de luto", disse Nayra Cezari, diretora de Comunicação do Cacique de Ramos, ao gshow.
Bira faleceu na noite do sábado (14), aos 88 anos, em decorrência de complicações do câncer de próstata e Alzheimer. O artista tinha sido internado no início da semana.
O corpo de Bira será velado segunda-feira (16), de 14h às 16h30, na Capela 9 do Cemitério Jardim da Saudade, em Sulacap, Zona Oeste do Rio de Janeiro, com cerimônia aberta ao público.
O sambista deixa as filhas Karla Marcelly e Christian Kelly, os netos Yan e Brian, e a bisneta Lua.
O quadro do sambista Ubirajara Félix do Nascimento, de 88 anos, conhecido como Bira Presidente, fundador do grupo Fundo de Quintal, foi atualizado pelo Grêmio Recreativo Cacique de Ramos.
Bira, que deu entrada no Hospital Unimed Ferj, da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, apresenta um quadro de saúde estável.
De acordo com o comunicado, apesar de estável, o quadro de Bira é delicado, com comorbidades associadas e histórico de tratamento oncológico prolongado, além do diagnóstico de Alzheimer.
Não foi informado a previsão de alta do artista, que segue sendo monitorado por parte da equipe médica.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.