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bira presidente
O sucessor de Ubirajara Félix do Nascimento, o Bira Presidente, a frente do Cacique de Ramos, só será definido sete dias após a morte do ícone do samba.
De acordo com a instituição, Bira seguirá simbolicamente na função, que só terá o novo comando revelado pelo Cacique no final do mês. "Faremos o comunicado oficial das próximas diretrizes após o sétimo dia de luto", disse Nayra Cezari, diretora de Comunicação do Cacique de Ramos, ao gshow.
Bira faleceu na noite do sábado (14), aos 88 anos, em decorrência de complicações do câncer de próstata e Alzheimer. O artista tinha sido internado no início da semana.
O corpo de Bira será velado segunda-feira (16), de 14h às 16h30, na Capela 9 do Cemitério Jardim da Saudade, em Sulacap, Zona Oeste do Rio de Janeiro, com cerimônia aberta ao público.
O sambista deixa as filhas Karla Marcelly e Christian Kelly, os netos Yan e Brian, e a bisneta Lua.
O quadro do sambista Ubirajara Félix do Nascimento, de 88 anos, conhecido como Bira Presidente, fundador do grupo Fundo de Quintal, foi atualizado pelo Grêmio Recreativo Cacique de Ramos.
Bira, que deu entrada no Hospital Unimed Ferj, da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, apresenta um quadro de saúde estável.
De acordo com o comunicado, apesar de estável, o quadro de Bira é delicado, com comorbidades associadas e histórico de tratamento oncológico prolongado, além do diagnóstico de Alzheimer.
Não foi informado a previsão de alta do artista, que segue sendo monitorado por parte da equipe médica.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.