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bienal de veneza
O artista visual baiano Ayrson Heráclito foi anunciado como um dos participantes da 61ª edição da Bienal de Veneza, que acontece entre os dias 9 de maio e 22 de novembro. Originário do Recôncavo Baiano, ele será um dos três brasileiros presentes na exposição intitulada “In Minor Keys”.
Em 2026, a curadoria da mostra será realizada de forma póstuma por Koyo Kouoh. As obras que o artista apresentará integram a série “Juntó”, exibida em 2024 no Museu de Arte Contemporânea da Bahia (MAC Bahia).
Os trabalhos de Ayrson Heráclito são pautados em performance, fotografia e instalação, a partir de referências afro-brasileiras e da diáspora africana. Sua pesquisa aborda memória, religião e história colonial.
Esta será a segunda participação do artista na mostra italiana. Ele já integrou uma edição anterior da Bienal, em 2017.
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O titular da Secretaria Especial da Cultura, Mario Frias, e o chefe da subpasta de Fomento e Incentivo à Cultura da Secult, o ex-policial militar baiano André Porciuncula, estão de malas prontas para uma viagem internacional.
De acordo com a Folha de S. Paulo, a dupla ficará afastada de suas funções entre 18 e 24 de maio para participar da abertura da exposição do pavilhão brasileiro na 17ª Mostra Internacional de Arquitetura da Bienal de Veneza, na Itália. A informação foi confirmada no Diário Oficial da União desta quarta-feira (12).
Segundo o jornal, durante o período, a subpasta de Fomento ficará sob comando de Lucas Jordão Cunha, chefe de gabinete de Porciuncula, e de Flavia Faria Lima, ex-assessora de Marcelo Crivella, ligada ao Festival Internacional de Cinema Cristão, e atual diretora do departamento de fomento indireto da Secult.
A área de fomento tem colocado o setor cultural em risco de apagão, por travar os incentivos. Diante do quadro, a OAB entrou com uma ação na Justiça contra o governo federal (saiba mais).
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Gabriel Galípolo
"Esse é um tipo de comportamento que não é desejável, que deve ser coibido e inibido pelos reguladores e pela gente, por isso que a gente vem trabalhando muito com o FGC, numa sucessão de medidas".
Disse o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo ao criticar a pressão de instituições não bancárias para usar o Fundo Garantidor de Crédito (FGC) na captação de varejo.