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Falta um mês para a realização do principal evento literário do estado, a Bienal do Livro da Bahia. O evento ocorrerá nos dias 15 a 21 de abril, no Centro de Convenções de Salvador, e anunciou, nesta terça-feira (17), a programação completa do evento, que terá Melly, Duquesa, Carina Rissi e Douglas Silva entre as atrações.
O tema da edição deste ano, que já começa com uma data extra como principal novidade, é “Bahia: Identidade que ecoa nos quatro cantos do mundo”. Entre os nomes já confirmados estavam a autora britânica Julia Quinn e nomes brasileiros conhecidos como Paula Pimenta e Raphael Montes.
Nesta terça, mais nomes de peso do mundo literário foram adicionados a lista de confirmados como Roberta Gurriti, Matheus Buente e Carla Akotirene. Além de Gato Galático, Carina Rissi e Goli Guerreiro.
O evento tem em seu time de curadoria a jornalista e escritora Joselia Aguiar, o ator e autor Aldri Anunciação, a diretora e roteirista Mira Silva, a jornalista e escritora Tia Má, o escritor Itamar Vieira Junior e o autor e influenciador digital Deco Lipe.
Para essa edição, serão disponibilizadas as senhas para a sessão de autógrafo - que ocorrem após as sessões de bate-papo - de maneira online, no site oficial da Bienal, de forma antecipada. Para as sessões dos dias 15, 16, 17 e 18, as senhas estarão disponíveis no dia 31 de março, já para as sessões dos dias 19, 20 e 21, a distribuição ocorre no dia 2 de abril.

Foto: Alana Dias / Bahia Notícias
A Bienal contará ainda com a participação de grandes editoras como HarperCollins Brasil e Companhia das Letras, além de editoras baianas como Caramurê, Escariz e os grupos editorias universitários da UFBA, da UNEB e da UCsal. O evento voltou a ser realizado após um hiato de nove anos em 2022 e desde então já trouxe nomes como Carla Madeira, Socorro Acioli, Abdi Nazemian e Pedro Rhuas.
Durante a coletiva de imprensa realizada nesta terça-feira (17), no Salvador Shopping, a secretária de Educação revelou que participarão do programa de visitação escolar, cerca de 240 escolas da rede estadual de ensino. "Vamos trazer 240 unidades escolares, estudantes representando aí todos os 27 territórios de identidade. É muito importante isso, tanto os professores, quanto os alunos vão representandos os 27 territórios de identidade na Bienal", explicou.
O diretor-geral da Fundação Pedro Calmon, Sandro Magalhães, contou ainda que a Bienal é uma "culminância" de todos os projetos da fundação. "Ter a Bienal, com essa grande visibilidade, nesse grande momento de celebração do livro e da leitura da Bahia, é uma grande satisfação", afirmou.
"Estarão durante esses dias da Bienal vários autores baianos, várias editoras baianas, circulando, dando visibilidade a sua produção e, claro, a Fundação Pedro Calmon dando visibilidade aquilo que nós estamos levantando da cultura literária baiana", completou Magalhães.
A diretora geral da GL Events Exhibitions, Tatiana Zaccaro, responsável pela realização da Bienal, compartilhou ao Bahia Notícias que a prioridade para a curadoria do evento foi pensar "a Bahia para o mundo", por isso uma curadoria 100% baiana.
"A gente tem um pouco de tudo. Todas as sessões tem alguém da Bahia, ou como mediador, ou como autor. Então todas as sessões tem baiano, isso foi uma decisão que a gente tomou, até pela pluralidade e pela quantidade e qualidade de autores e jornalistas e pensadores que a Bahia tem. Mas a gente também traz o que o público quer ver", contou.
Um dos curadores do evento, Deco Lipe deu detalhes sobre a programação Young Adult e que todas as atrações foi pensada para diversos tipos de juventude. "Vai ser muito legal, inclusive vai ter uma sessão de rede social que vai ser muito legal, vai ser muito divertido", revelou.
PROGRAMAÇÃO
A programação completa e oficial do evento está disponível no site da Bienal Bahia. Na quarta-feira (15), são esperados no Centro de Convenções nomes como Caio Zero, Ari Sacramento, Fábio Kabral, Gato Galáctico e Lisa Earl Castilho.
Na sexta-feira (17), a Bienal recebe Carina Rissi, Ana Maria Machado, Pilar Del Río, Socorro Acioli, Jorge Augusto e Ailton Krenak. No sábado (18), é dia de receber a autora internacional Julia Quinn, o autor Raphael Montes, Paloma Jorge Amado e Eliana Alves Cruz. No domingo (19), terá Keka Reis, Elayne Baeta, Duquesa e Monique Evelle.
Na segunda (20), será dia de Felipe Cabral, Roberta Gurriti, Itamar Vieira Junior, Raí Santana e Evanilton Gonçalves. E na terça-feira (21), último dia, terá Ryane Leão, NegaFyah, Carla Akotirene, Luciany Aparecida e Paola Aleksandra.
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Foto: Alana Dias / Bahia Notícias
Após retornar em 2022, depois de um hiato de 10 anos, a Bienal do Livro Bahia chega para mais uma edição nos dias 26 de abril a 1º de maio, se consolidando como um dos maiores encontros de literatura do país. Sediado no Centro de Convenções de Salvador, a programação completa do evento foi lançada nesta terça-feira (26), no restaurante Casa de Tereza, revelando as atrações e as novidades para este ano. Com o tema “As Histórias que a Bahia Conta”, a edição 2024 terá em todos os painéis pelo menos um participante baiano, seja ele um autor, mediador, jornalista ou personalidade, com o intuito de trazer essa representatividade para as mesas de debates.
Participarão do evento, ao todo, 170 autores e artistas, que vão produzir mais de 100 horas de conteúdo para o público dentro dos três espaços que compõem a ocasião, intitulados Arena Jovem, Café Literário e Espaço Infantil. Entre as atrações confirmadas, estão os escritores nacionais Itamar Vieira Jr, Ian Fraser, Thalita Rebouças, Paula Pimenta, Kaká Werá, a jornalista Rita Batista, a cantora Daniela Mercury e autores internacionais, como a escritora Scholastique Mukasonga e o autor Abdi Nazemian.
Em 2022, a Bienal do Livro Bahia atingiu cerca de 90 mil pessoas, com uma média de 20 mil visitantes por dia. Em entrevista ao BN Hall, Tatiana Zaccaro, diretora da GL Events, empresa responsável pela realização do evento, revelou a expectativa de público para este ano, além de falar sobre algumas mudanças na infraestrutura dos espaços. A diretora também ressaltou a participação pela primeira vez de algumas editoras nacionais em um evento como esse no nordeste, como a Rocco e a Globo Livros.
“O grande desafio é sempre fazer melhor do que a edição anterior. A gente sempre tem uma expectativa muito alta. Mesmo com essa expectativa positiva, na edição passada ficamos muito surpresos com o público presente no evento. Esse ano ampliamos os espaços, dobramos de tamanho o Café Literário, incluímos o 2º andar do Centro de Convenções nas atividades e pretendemos disponibilizar mais senhas para as sessões de autógrafos. Todos estes ajustes foram feitos na expectativa de que a gente atinja 100 mil visitantes nesta edição”, afirmou Tatiana.
Durante o evento de lançamento, Schneider Carpeggiani, curador pela segunda vez da Arena Jovem, comentou sobre o processo de seleção dos autores para os debates dos temas retratados no espaço, afirmando que é necessário levar em conta o que está acontecendo no mundo no momento, para trazer temas que façam as pessoas refletirem. Já para Josélia Aguiar, responsável pelo Café Literário, o foco foi fazer um mapeamento da Bahia, já que o local busca atrair um público mais maduro.
“No espaço a gente tem discussões sobre lutas civis, sobre segurança pública, uma visão social em relação a comunidades mais fragilizadas, debates sobre censura a livros. Tem também os momentos de leveza, como a homenagem a Dorival Caymmi e ao Ilê Aiyê. Eu entendi que a função do Café literário desta vez seria fazer um mapeamento artístico e cultural da própria Bahia. Uma coisa muito importante foi reunir autores de diversas linguagens”, explicou Aguiar.
Outra novidade desta edição está dentro do Espaço Infantil, que este ano foi batizado de “Janelas Encantadas”, trazendo uma cenografia interativa para os pequenos. A programação abordará temas no campo da multilinguagem, além de atividades lúdicas, com contação de história, teatro e música. Ao BN Hall, Mira Silva, curadora do ambiente, falou sobre a importância da literatura infantil e enfatizou a sua preocupação em proporcionar um conjunto de atividades onde a criança se sinta representada.
“É importante que a gente pense uma programação em que as crianças se reconheçam e que elas vejam que as histórias delas estão ali. É importante que elas abram aqueles livros e pensem: 'Essa é minha história'. Nesse sentido, o olho brilha, a alegria toma conta daquela criança com a possibilidade de encontrar a própria história nas páginas dos livros. É sobre também proporcionar o encontro da criança com autores negros, trazendo representatividade no evento para além das páginas dos livros, mas com a figura ali presente pra aquela criança”, destacou Mira.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
ACM Neto
"Colocou o peso de sua caneta para eleger Odair Cunha".
Disse o pré-candidato a governador ACM Neto ao lamentar a derrota de Elmar Nascimento na disputa para se tornar ministro do Tribunal de Contas da União (TCU). Escolhido para representar o União Brasil na eleição, o deputado foi sabatinado na Comissão de Finanças da Câmara dos Deputados, mas perdeu o posto para Odair Cunha, candidato do PT escolhido pela Casa.