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bico
O deputado federal e ex-comandante das Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota), Paulo Telhada (PP-SP), conhecido como Coronel Telhada, assumiu, em entrevista ao portal Metrópoles, que já fez bico como segurança e que já foi preso pela prática. Conforme o deputado, ele trabalhou por 15 anos como segurança privado do apresentador Gugu Liberato, com quem chegou a manter uma relação de confiança e de amizade.
O assunto surgiu por conta do assassinato do delator do Primeiro Comando da Capital (PCC), Vinícius Gritzbach, no Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo. Gritzbach renunciou a seguranças do Ministério Público, aos quais tinha direito, e era acompanhado no dia por policiais militares.
A prática do “bico” como segurança por parte de Policiais Militares é proibida pela corporação. Até 2021, era considerada uma falta leve, mas, a partir de então, com mudança no regulamento, passou a ser considerada uma falta grave.
“Todos nós que fazemos ou fizemos bico, sabemos que é público e notório que é proibido”, afirmou o deputado, que ainda afirmou que prefere que um PM trabalhe como segurança nas horas de folga do que “ficar bebendo, tomando cachaça em boteco, arrumando problema, arrumando briga”.
Já em relação aos PMs que faziam segurança para Gritzbach, teve uma opinião diferente: “Você fazer bico é irregular, é punição disciplinar. Você vai ficar preso na polícia. Agora, você trabalhar com uma pessoa envolvida com o crime, você não comete só uma infração disciplinar. Você comete um crime e também vai responder por esse crime. É grave, gravíssimo”.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jaques Wagner
"Eu acho que nós temos muito a trocar. Essa é uma civilização milenar, que tem muito a ensinar com o salto que eles deram aqui em 40 anos. Você pega uma cidade como essa, que há 50 anos era uma aldeia de pescadores com 20 mil habitantes. Hoje tem 17 milhões de habitantes. Você anda por aqui e não vê um papel no chão, não vê uma sujeira, um teatro espetacular, um prédio todo novo. Parabéns pra eles por terem conseguido. E muita gente do Brasil, que tem preconceito, devia dar um pulo aqui. Porque eu vejo as pessoas falando: 'ah, mas eles são comunistas'. Eu não sei o que quer dizer isso. Mas se comunismo é isso aqui, é um sucesso".
Disse o senador Jaques Wagner ironizou, nesta terça-feira (5), ao comentar as críticas que são feitas à China e o preconceito pelo país se declarar comunista. O senador está em Shenzhen, no Sul chinês, e acompanhou a última apresentação da turnê do Neojiba - Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia, projeto que ajudou a fundar.