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A advogada e professora baiana Maiana Guimarães e Silva conquistou um importante reconhecimento internacional. A 11ª edição do livro Curso de Direito Institucional, escrito em coautoria com seu pai, o professor e subprocurador-geral do Trabalho Manoel Jorge e Silva Neto, passou a integrar o acervo da tradicional Bibliothèque Cujas, considerada uma das mais relevantes bibliotecas jurídicas da França.
O exemplar foi incorporado ao acervo após uma doação realizada pela própria autora durante viagem a Paris. Ligada ao ambiente universitário francês, a instituição é referência para estudantes, pesquisadores, magistrados e profissionais do Direito de diferentes países.
Além da visita à biblioteca, Maiana aproveitou a estadia na capital francesa para desenvolver pesquisas acadêmicas na Universidade Sorbonne, uma das mais tradicionais instituições de ensino superior da Europa.
A presença da obra na Bibliothèque Cujas amplia a projeção internacional de um livro que há anos contribui para os estudos do Direito Constitucional e fortalece a circulação do pensamento jurídico brasileiro em importantes centros acadêmicos do exterior.
“Mais do que uma viagem internacional, a passagem por Paris representou uma oportunidade de fortalecer laços acadêmicos, compartilhar conhecimento e consolidar um legado intelectual que agora passa a fazer parte do acervo de uma das mais tradicionais instituições jurídicas do mundo”, destacou Maiana.
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Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.