Artigos
O mar como indústria: uma oportunidade para a Bahia
Multimídia
“A política tem que voltar a conquistar as pessoas”, pede Grizenti sobre abstenção e votos nulos
Entrevistas
Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
biatlo
Uma tragédia nas montanhas do norte do Paquistão marcou o fim precoce da trajetória de Laura Dahlmeier, ex-atleta alemã e uma das maiores nomes da história do biatlo. Aos 31 anos, a bicampeã olímpica morreu após ser atingida por um deslizamento de pedras enquanto realizava uma escalada em estilo alpino, sem cordas fixas nem equipe de apoio. A confirmação da morte veio nesta quarta-feira (30), dois dias após o acidente.
O local onde Laura escalava ficava a quase seis mil metros de altitude, o que dificultou a chegada das equipes de resgate por conta do mau tempo. Os socorristas só conseguiram alcançar a montanha nesta quarta, mas já encontraram a atleta sem vida. A alemã estava acompanhada da alpinista Marina Eva, que saiu ilesa do incidente e foi quem acionou o sinal de socorro.
Ícone do esporte na Alemanha, Laura Dahlmeier escreveu seu nome na história ao conquistar dois ouros e um bronze nos Jogos Olímpicos de Inverno de PyeongChang, em 2018. Ela foi a primeira mulher a vencer as provas de velocidade e perseguição do biatlo em uma única edição olímpica. Além disso, acumulou sete títulos mundiais em uma carreira marcada pela excelência no esporte que une esqui cross-country e tiro de precisão.
Aposentada das competições desde 2019, Dahlmeier havia se dedicado à vida nas montanhas, atuando como instrutora de esqui e escalada na Alemanha. Estava no Paquistão há cerca de um mês e já havia concluído uma expedição a outra montanha da região antes do acidente fatal.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Geraldo Alckmin
"Nós temos que fazer a economia crescer, o PIB crescer, o emprego crescer, e segurar a despesa. Aí você melhora a relação dívida/PIB".
Disse o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin (PSB) ao defender a realização de um ajuste fiscal, porém com foco em cortes de privilégios e "super salários", criticando a possibilidade de penalizar aposentados e a classe média.