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bia menezes
Bia Menezes, lateral do São Paulo e convocada pela primeira vez para a Seleção Feminina Principal de Futebol, revelou estar vivendo um momento muito importante. Em entrevista à CBF TV nesta terça-feira (20), a jogadora ressalta que a convocação é um grande passo na sua caminhada.
"A sensação é que eu voltei a ser criança. É como se eu tivesse regressado 16 anos atrás, onde eu tinha um sonho de estar aqui. É lembrar de quando vi a Marta na televisão disputar o Pan-Americano e a Olimpíada. É indescritível porque eu me lembro da Bia de 16 anos atrás com um sonho vendo sua ídola na televisão", exaltou a lateral.
Treinando em San Diego, nos Estados Unidos para disputar a Copa Ouro, Bia fez um balanço entre o seu passado e as suas conquistas do presente.
"Apesar das dificuldades que enfrentei no caminho, de algumas situações na minha vida pessoal, principalmente, quando perdi minha mãe, que sempre foi meu maior incentivo para estar aqui hoje, fui muito resiliente. Superei obstáculos, enfrentei o luto, que é a parte mais difícil, e estou aqui", relembrou a jogadora de 26 anos.
Revelada no Audax, Bia Menezes possui passagens por Rio Preto, Flmango e Santos, onde se destacou e foi para o São Paulo, clube atual. A atleta também possui em seu currículo o eneacampeonato sub-20 e o Sul-americano sub-15 pelas categorias de base da Seleção Brasileira.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jerônimo Rodrigues
"Os extremos não servem para nós. Nem uma polícia que não dê conta do seu papel, nem uma polícia que possa entrar no exagero e fazer ações fora do conceito de um servidor público. A polícia tem que garantir a segurança das pessoas e não ameaçá-las".
Disse o governador Jerônimo Rodrigues ao ser sabatinado na TV Aratu, nesta terça-feira (4) e abordou um dos temas mais sensíveis de sua gestão: a segurança pública e a atuação da Polícia Militar. Respondendo a questionamentos do jornalista Maurício Leiro, editor de política do Bahia Notícias, sobre a implementação das câmeras corporais nos fardamentos e suspeitas de excessos policiais, Jerônimo afirmou que "não passa a mão na cabeça" de quem atua fora dos padrões.