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bia haddad maia
Os cabeças de chave para o Australian Open 2026 foram definidos, com o torneio tendo início marcado para o dia 18 de janeiro em Melbourne. A competição, disputada em quadras duras, contará com 128 atletas em cada chave principal (masculina e feminina).
O grande destaque para o Brasil é a presença de João Fonseca, de apenas 19 anos, entre os pré-classificados. Atual 29º do mundo (com projeção para o 30º lugar na próxima atualização do ranking), Fonseca deve ser o cabeça de chave número 28, beneficiado pelas ausências de Holger Rune e Jack Draper. No entanto, sua participação ainda é incerta devido a um incômodo nas costas. No feminino, Bia Haddad Maia também está garantida na chave principal.
O sorteio das chaves, que definirá os confrontos da primeira rodada, deve ocorrer nos dias que antecedem a abertura oficial do torneio. Veja abaixo as listas:
Cabeças de chave – Masculino
- Carlos Alcaraz
- Jannik Pecador
- Alexandre Zverev
- Novak Djokovic
- Lorenzo Musetti
- Alex de Minaur
- Félix Auger-Aliassime
- Ben Shelton
- Taylor Fritz
- Alexandre Bublik
- Daniil Medvedev
- Casper Ruud
- André Rublev
- Alejandro Davidovich
- Karen Khachanov
- Jakub Mensik
- Jiri Lehecka
- Francisco Cerúndolo
- Tommy Paul
- Flávio Cobolli
- Denis Shapovalov
- Luciano Darderi
- Tallon Griekspoor
- Arthur Rinderknech
- Aprendiz Tien
- Cameron Norrie
- Brandon Nakashima
- João Fonseca
- Frances Tiafoe
- Stefanos Tsitsipas
- Valentin Vacherot
- Corentin Moutet
Cabeças de chave – Feminino
- Aryna Sabalenka
- Iga Swiatek
- Cori Gauff
- Amanda Anisimova
- Elena Rybakina
- Jéssica Pegula
- Jasmim Paolini
- Mirra Andreeva
- Madison Keys
- Belinda Bencic
- Ekaterina Alexandrova
- Elina Svitolina
- Linda Noskova
- Clara Tauson
- Emma Navarro
- Naomi Osaka
- Vitória Mboko
- Liudmila Samsonova
- Karolina Muchova
- Marta Kostyuk
- Elise Mertens
- Leylah Fernandez
- Diana Shnaider
- Jelena Ostapenko
- Paula Badosa
- Dayana Yastremska
- Sofia Kenin
- Emma Raducanu
- Ivan Jovic
- Maya Joint
- Anna Kalinskaya
- Mercado Vondrousova
Bia Haddad Maia está pronta para iniciar a temporada de 2026 no circuito profissional. A tenista brasileira retorna às quadras no WTA 250 de Adelaide, que começa neste domingo, 11 de janeiro, marcando seu primeiro compromisso oficial desde setembro do ano passado, quando decidiu encerrar o calendário de forma antecipada.
A pausa, segundo a própria atleta, foi planejada e necessária após um ciclo intenso de competições. Aos 29 anos, Bia explicou que o período longe das quadras teve como objetivo principal a recuperação física e mental, além de permitir decisões pessoais importantes fora do esporte.
"Foi uma pausa muito importante para descansar o corpo e a mente, depois de cinco anos muito intensos, de muita entrega. Aproveitei muito bem este tempo longe das quadras e me sinto recarregada para um novo ciclo", afirmou a brasileira.
Durante esse intervalo, Bia também revelou que realizou o congelamento de óvulos, procedimento feito com foco no planejamento familiar. A tenista destacou que a decisão está ligada ao desejo de ser mãe no futuro e ressaltou a importância da política da WTA que protege o ranking das atletas que optam por esse tipo de procedimento.
"Inclusive aproveitei este momento para fazer o congelamento de óvulos, já que tenho o sonho de ser mãe", completou.
Em 2025, Bia Haddad encerrou a temporada com 16 vitórias e 26 derrotas. Seu melhor desempenho aconteceu no WTA 500 de Estrasburgo, quando alcançou as semifinais e foi eliminada pela cazaque Elena Rybakina. Em busca de maior regularidade, a tenista utilizou o período sem competições oficiais para investir em uma pré-temporada mais extensa e promover ajustes técnicos no seu jogo.
"Fiz uma pré-temporada mais longa, com calma e foi muito produtiva. Pude fazer algumas pequenas mudanças técnicas em alguns golpes que já tínhamos em mente, cheguei no nível que eu queria e me sinto pronta para retornar ao circuito com força", avaliou.
Após a disputa em Adelaide, Bia Haddad Maia seguirá para o Australian Open, primeiro Grand Slam da temporada. Na sequência, a brasileira também tem presença confirmada nos WTA 500 de Abu Dhabi e Doha, dando continuidade ao início de seu novo ciclo no circuito internacional.
Beatriz Haddad Maia não irá mais competir em 2025. A tenista brasileira anunciou nesta segunda-feira (22) que não disputará mais competições nesta temporada. A decisão, segundo a própria atleta, tem como objetivo "descansar o corpo e a mente" após uma temporada marcada por quedas no ranking e problemas físicos.
“Estou encerrando a minha temporada de 2025 um pouquinho antes do programado para poder descansar por um maior período o corpo e a mente”, escreveu Bia em publicação nas redes sociais. Leia o post completo na íntegra:
O anúncio ocorre dias depois da desistência do WTA 1000 de Pequim, torneio que começa nesta quarta-feira (24). Em seu último compromisso, no WTA 500 de Seul, a brasileira sentiu dores no joelho durante a derrota para a alemã Ella Seidel e também precisou abandonar a disputa de duplas. Antes disso, havia passado mal em vitória contra a sul-coreana Dayeon Back, chegando a necessitar de atendimento médico em quadra.
Com a pausa, Bia não participará também do WTA 1000 de Wuhan, programado para outubro, e deve encerrar o ano sem previsão de retorno às competições.
A interrupção impacta diretamente sua posição no ranking. Atualmente em 40º lugar, Haddad Maia defende 294 pontos até o fim da temporada. Ao perder essa pontuação, cairá para 976 pontos no live ranking, o que a projeta momentaneamente para a 68ª colocação mundial.
A tenista brasileira Beatriz Haddad Maia encerrou sua participação no WTA 500 de Bad Homburg, na Alemanha, nesta quinta-feira (26), após ser superada pela número 4 do mundo, a italiana Jasmine Paolini. Em jogo equilibrado, Bia foi derrotada por 2 sets a 0, com duplo 7/5, em 1h35min de partida válida pelas quartas de final.
Apesar da eliminação, a número 1 do Brasil sai do torneio com saldo positivo. Bia conquistou duas vitórias consecutivas — contra a checa Petra Kvitova, bicampeã de Wimbledon, e a ucraniana Elina Svitolina, ex-número 3 do mundo e atual 14ª do ranking — e alcançou as quartas de final pela segunda vez na temporada. Foi também uma das três ocasiões em que a paulista conseguiu embalar pelo menos dois triunfos seguidos neste ano.
O resultado sinaliza uma recuperação importante após uma primeira metade de temporada marcada por oscilações e seguidas eliminações precoces. Em 2024, Bia soma nove vitórias e 19 derrotas, mas tem mostrado crescimento nas últimas semanas: foram três vitórias em seus últimos três torneios.
No duelo contra Paolini, uma das tenistas mais consistentes do circuito atual e duas vezes vice-campeã de Grand Slam, Bia chegou a conquistar uma quebra de saque em cada set. No entanto, a brasileira voltou a oscilar no próprio serviço, e viu a italiana converter duas quebras por parcial, suficientes para sacramentar sua quarta vitória em quatro confrontos diretos entre as duas.
Agora, Beatriz Haddad Maia volta suas atenções para Wimbledon, terceiro Grand Slam da temporada, que começa na próxima segunda-feira (1º de julho). Ela será a única brasileira na chave principal do torneio feminino e ainda aguarda a definição da data de estreia.
A tenista Bia Haddad Maia continua em grande forma no Aberto da Austrália 2025. Na madrugada desta quinta-feira (16), a brasileira garantiu vaga na terceira rodada ao vencer a russa Erika Andreeva.
Bia derrotou a 86ª colocada do ranking da WTA por 2 sets a 0, com parciais de 6/2 e 6/3, em uma partida que durou pouco mais de 1 hora e 20 minutos. Diferente de sua estreia no torneio, a brasileira apresentou um desempenho consistente, controlando o jogo e não enfrentando grandes dificuldades contra a adversária.
Na próxima fase, Bia Haddad enfrentará a russa Veronika Kudermetova, atual número 75 do mundo. Kudermetova avançou após uma vitória em três sets sobre a britânica Katie Boulter, 25ª do ranking da WTA.
As chaves de duplas femininas e masculinas do Australian Open 2025, primeiro Grand Slam de tênis do ano, foram divulgadas no último sábado (11). O torneio em Melbourne tem início ainda hoje, pelo horário de Brasília, com as primeiras partidas de simples. No entanto, os duplistas estreiam apenas na próxima segunda-feira (13). O Brasil será representado por seis atletas nas competições de duplas: Luisa Stefani, Bia Haddad Maia e Ingrid Martins no feminino, e Rafael Matos, Marcelo Melo e Orlando Luz no masculino.
Duplas femininas
O sorteio das chaves femininas colocou duas brasileiras frente a frente logo na primeira rodada. Luisa Stefani, medalhista olímpica e 28ª do ranking de duplas da WTA, jogará ao lado da norte-americana Peyton Stearns (49ª em simples). Elas enfrentarão Ingrid Martins (83ª) e a romena Irina-Camelia Begu (83ª em simples).
Bia Haddad Maia, número 16 do ranking de simples e 55ª em duplas, repetirá a parceria com a alemã Laura Siegemund, que ocupa a 20ª posição em simples e 79ª em duplas. A dupla, que foi vice-campeã no WTA de Adelaide, terá pela frente a norte-americana Quinn Gleason (87ª) e a holandesa Suzan Lamens (80ª em simples) na estreia.
Duplas masculinas
Na chave masculina, Rafael Matos (36º no ranking de duplas da ATP) e Marcelo Melo (39º) formam uma parceria 100% brasileira. Eles enfrentarão o monegasco Hugo Nys (24º) e o francês Edouard Roger-Vasselin (40º) na primeira rodada.
Orlando Luz, 67º no ranking de duplas, jogará o Australian Open ao lado do francês Gregoire Jacq (63º). A estreia será contra o australiano Jordan Thompson e o canadense Vasek Pospisil, que entraram na chave como convidados pela organização do torneio.
Bia Haddad Maia, número 17 do mundo e principal tenista do Brasil, estreou com derrota na temporada 2025. Nesta sexta-feira (27), a brasileira enfrentou uma verdadeira maratona em quadra, mas acabou derrotada pela chinesa Xinyu Gao por 2 sets a 1, com parciais de 5/7, 6/4 e 7/5, em 3h22 de partida na United Cup, competição mista por equipes realizada em Perth, na Austrália. Com o resultado, a China saiu na frente no confronto, abrindo 1 a 0 contra o Brasil.
Bia era a favorita no duelo contra Gao, que ocupa a 175ª posição no ranking mundial e substituiu a campeã olímpica Qinwen Zheng de última hora. A paulistana começou bem, vencendo o primeiro set após quebrar o saque da adversária no final, fechando em 7/5 após 1h10min.
No segundo set, Gao recebeu atendimento médico e voltou com uma proteção na coxa esquerda, mudando sua estratégia e adotando um jogo mais agressivo. Bia enfrentou dificuldades no saque e, após cometer erros não-forçados, perdeu a parcial por 6/4.
No set decisivo, o equilíbrio foi a tônica. A brasileira chegou a quebrar o saque da adversária e liderar por 4/3, mas começou a sofrer com cãibras e dificuldades físicas, chegando a consultar seu técnico, Rafael Paciaroni, sobre uma possível desistência. Mesmo assim, Bia optou por continuar e foi superada após um game final, no qual Gao aproveitou os erros da brasileira para conquistar sua maior vitória da carreira.
Com a derrota de Bia, o Brasil precisará buscar a virada no confronto contra a China. Thiago Monteiro (109º) tentará empatar o duelo enfrentando Zhizhen Zhang (45º). Em seguida, a dupla mista, formada por Bia Haddad Maia e Rafael Matos, enfrentará Shuai Zhang e Zhizhen Zhang, valendo o ponto decisivo.
Bia Haddad Maia, atual número 17 do ranking mundial, foi eleita pelo voto popular a vencedora do Heart Award nos playoffs da Billie Jean King Cup, mais importante competição de nações do tênis feminino. Liderando a vitória do Brasil sobre a Argentina em São Paulo, a tenista paulistana garantiu o prêmio pela terceira vez em sua carreira.
Como parte da premiação, Bia irá doar o valor de 3 mil dólares (cerca de R$ 18 mil) ao Projeto Reviravolta, que auxilia pessoas em situação de rua na capital paulista. Em declaração após o anúncio da conquista, Bia destacou a importância do prêmio e o impacto do apoio dos torcedores.
“Essa é uma premiação especial pra mim. Vem dos torcedores e faz a diferença na vida de muitas pessoas. Me dá uma energia extra para dar o meu melhor. Agradeço à ITF e a todos que votaram e me deram suporte na Billie Jean King Cup", disse a tenista.
O Projeto Reviravolta, escolhido por Bia para receber a doação, é uma iniciativa do Centro Gaspar Garcia que busca transformar a vida de pessoas em situação de rua. Por meio de atividades como oficinas de formação, geração de renda com reciclagem e acompanhamento social, o programa promove a inclusão social, a organização pessoal e o acesso a políticas públicas.
Além disso, o projeto também atua em articulações para qualificar as políticas públicas voltadas à população em situação de rua em São Paulo, fortalecendo redes de apoio e contribuindo para que os participantes retomem seus sonhos e alcancem uma verdadeira “reviravolta” em suas vidas.
Enquanto Bia foi premiada nos playoffs da Billie Jean King Cup, a italiana Jasmine Paolini levou o Heart Award das finais da competição. Paolini recebeu US$ 10 mil (cerca de R$ 60 mil) e anunciou que fará a doação ao Make a Wish Italia, organização que realiza sonhos de crianças com doenças graves.
Bia Haddad Maia, 12ª colocada no ranking mundial, deu adeus ao WTA 1000 de Wuhan nesta quinta-feira (10), sendo eliminada nas oitavas de final por Magdalena Frech.
No retrospecto geral contra a rival polonesa, Bia levava vantagem com três vitórias consecutivas, mas não foi isso que aconteceu nesta quinta. Em partida que durou 1h40, a brasileira caiu por 6/3 6/2.
No primeiro set, Bia esteve abaixo por 5 a 1, mas conseguiu recuperar uma quebra. No entanto, Frech foi mais consistente e fechou a parcial. No segundo set, Bia não conseguiu manter o ritmo e foi dominada por Frech, que abriu 5 a 1. A brasileira não conseguiu reagir e foi superada pela polonesa.
Com 30 erros não-forçados contra apenas nove de Frech, que ainda disparou vinte bolas vencedoras, a brasileira acabou superada.
Com o resultado, Bia terá que performar bem nos próximos torneios para se manter entre as dez melhores, tendo em vista que defende 700 pontos em novembro com o WTA Elite Trophy, que não acontecerá nesta temporada.
A 12ª melhor tenista do mundo, Beatriz Haddad Maia, deu mais um passo importante rumo ao top 10. A brasileira venceu a russa Veronika Kudermetova por 2 sets a 0 (6/1 e 6/4) na madrugada desta quarta-feira (9), na segunda rodada do WTA 1000 de Wuhan e se classificou para as oitavas de final da competição.
Em um jogo dominador, Bia começou impondo seu ritmo e fechou o primeiro set em 6/1. No segundo set, a russa chegou a abrir 3 a 0, mas a brasileira reagiu e venceu cinco games consecutivos para fechar a partida. Essa foi a segunda vitória de Bia sobre Kudermetova nas últimas semanas.
Agora, a brasileira enfrentará a polonesa Magdalena Frech nas oitavas de final. Apesar do histórico favorável da polonesa, Bia chega com moral e buscando uma vaga nas quartas de final.
Com a vitória, Bia Haddad se aproximou ainda mais do top 10 do ranking mundial. Caso vença Frech e outras adversárias específicas sejam eliminadas, a brasileira poderá alcançar a 10ª posição.
A tenista brasileira Beatriz Haddad Maia está classificada para os Jogos Olímpicos de Paris 2024 nas chaves de simples. A confirmação da vaga de Bia veio após a Federação Internacional de Tênis (ITF) anunciar, nesta quarta-feira (12), os tenistas classificados por meio do ranking de simples, onde Haddad ocupa a 20ª posição.
Além dela, Laura Pigossi também irá representar o Brasil nos Jogos Olímpicos. A vaga de Pigossi foi conquistada após a brasileira conquistar o ouro nos Jgos Pan-Americanos de Santiago. Segundo as regras, os 56 melhores classificados no ranking da WTA e da ATP de simples até o dia 10 de junho de 2024 carimbam o passaporte para Paris.
As Olimpíadas de Paris irão ocorrer entre os dias 26 de julho a 11 de agosto, com as disputas de tênis ocorrendo de 27 de julho a 4 de agosto, nas quadras de Roland Garros. Em Tóquiom as brasileiras Laura Pigossi e Luisa Stefani conquistaram o bronze na chave de duplas feminina, essa foi a primeira medalha olímpica do Brasil no tênis.
A tenista Beatriz Haddad Maia, de 27 anos, avançou para as quartas de final do Madrid Open. Número 14 do ranking da WTA, ela venceu a grega Maria Sakkari por 2 sets a 0, com um duplo 6/4 em 1h49min de partida, nesta segunda-feira (29). Esta foi a quarta vitória consecutiva da brasileira.
A vitória sobre Sakkari, que ocupa o sexto lugar no ranking foi a 11ª de Bia Haddad em 23 jogos contra tenistas do top-10. Nas quartas de final, a brasileira vai encarar outra pedreira, Iga Swiatek, número 1 do mundo. A polonesa atropelou a espanhola Sara Sorribes Tormo (27ª colocada), por 2 a 0, com parciais de 6/1 e 6/0. As duas já se enfrentaram três vezes, sendo uma vitória da paulista pelas oitavas de final do WTA 1.000 de Toronto em 2022, por 2 a 1, parciais de 6/4, 3/6 e 7/5. Naquele torneio, ela avançou até a final e foi vice-campeã.
A campanha no Madrid Open já é uma das de Bia Haddad Maia na atual temporada, além de ser a terceira vez que ela chega nas quartas de final de um WTA 1.000, repetindo o feito em Roma 2023 e Toronto 2022. No início de fevereiro de 2024, ela foi semifinalista do WTA 500 de Abu Dhabi.
O Rio Open se prepara para a sua 10ª edição no próximo mês de fevereiro, no Rio de Janeiro. No entanto, os organizadores do torneio estão de olho no futuro. Com o sucesso do tênis brasileiro feminino, principalmente por Beatriz Haddad Maia e Luisa Stefani, a ideia é realizar uma competição feminina do circuito WTA no Brasil em 2025.
"Queremos trazer de volta o torneio, que está hoje na Tunísia, a partir de 2025. O contrato acaba em 2024", afirmou Luiz Carvalho, diretor do Rio Open, em entrevista ao Estadão. "Já vínhamos estudando isso com carinho antes mesmo do sucesso recente da Bia. E não é apenas uma questão de aproveitar o momento do tênis brasileiro. O fato é que elas merecem um torneio feminino à altura delas no Brasil. Seria um sonho para elas poder jogar um WTA no Brasil", completou.
As primeiras edições do Rio Open, entre 2014 e 2016, traziam a competição feminina. No entanto, a partir de 2017, o torneio entre mulheres deixou de ser realizado e acabou sendo alugado para outros países e está sob contrato com a Federação de Tênis da Tunísia.
Carvalho explicou que a ideia do torneio feminino é que ele aconteça em um período diferente do Rio Open. Inclusive, a disputa poderia até ocorrer em outra capital brasileira.
"Estamos começando a consultar o mercado sobre o assunto, tanto patrocinadores quanto a CBT (Confederação Brasileira de Tênis). Vamos olhar lugares em que poderíamos fazer o evento, vamos avaliar datas onde poderíamos encaixar. Ainda não podemos estipular um prazo para bater o martelo. Mas deve acontecer ao longo de 2024. Existe uma vontade enorme de todo mundo de fazer isso acontecer", comentou o dirigente. "O evento masculino e feminino juntos não cabem mais dentro do Rio Open. O evento masculino cresceu muito, as demandas da ATP subiram muito", explicou.
A boa fase do tênis feminino começou em 2021 quando Luisa Stefani e Laura Pigossi conquistaram a medalha de bronze no torneio de duplas dos Jogos Olímpicos de Tóquio-2020. No início de 2022, Bia Haddad foi vice-campeã também de duplas do Aberto da Austrália. Ao mesmo tempo, Bia e Luisa começaram a se destacar e subir posições nos rankings de simples e de duplas, respectivamente. Em 2023, Bia alcançou feitos históricos como a semifinal de Roland Garros e entrou no top 10 da WTA pela primeira vez. Atualmente, a paulista é a 11ª colocada.
Foi justamente no Rio Open de 2014 que Bia Haddad disputou um dos seus primeiros torneios de porte no circuito feminino. Ela entrou naquela competição como convidada pela organização quando tinha 17 anos.
Caso consigam trazer, o torneio feminino do Brasil seria de nível WTA 250. A última vez que o país recebeu uma disputa do mesmo porte foi em Florianópolis no ano de 2016. Bia também jogou como convidada.
A tenista Beatriz Haddad Maia segue fazendo história em Roland Garros. Na manhã desta quarta-feira (7), a brasileira se classificou para a semifinal ao vencer a tunisiana Ons Jabeur, número 7 do ranking mundial, por 2 sets a 1, de virada, com parciais de 3/6, 7/6 e 6/1. Ela nunca havia passado da segunda rodada de um Grand Slam do circuito mundial de tênis.
Bia trilha o caminho de Maria Esther Bueno, única brasileira a chegar às semifinais de Roland Garros, sendo finalista em 1964. Além disso, ela é a primeira brasileira a ir mais longe em um Grand Slam desde a própria Maria Esther.
Na semifinal, Bia Haddad Mais vai enfrentar a vencedora do confronto entre a polonesa Iga Swiatek, número 1 do mundo, e a americana Coco Gauff, sexta no ranking.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jojo Todynho
"Eu não tenho pretensão política nenhuma".
Disse a cantora Jojo Todynho ao comentar o cenário político atual e opinar sobre o desfecho eleitoral do país.