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betim
O goleiro Cássio foi protagonista de um episódio curioso no confronto entre Cruzeiro e Betim, realizado no último domingo (1º), pelo Campeonato Mineiro, na Arena Urbsan. Durante a partida, o arqueiro comunicou ao juiz que precisava deixar o gramado e correu em direção ao vestiário.
Se você achou novidade o juizão olhar o VAR na volta do intervalo e expulsar Carrascal...
— ???????????????????????????????????? ???? ???????? (@Campbellbjj_) February 2, 2026
Imagina quem está assistindo Betim x Cruzeiro. O juizão parou o jogo para o Cassio ir cagar. Não é zueira! O jogou parou para o Cassio CAGAR! pic.twitter.com/wPb62eDRvY
O jogo ficou paralisado por quatro minutos enquanto o camisa 1 celeste estava nas dependências do estádio, deixando jogadores, arbitragem e torcedores em compasso de espera.
Ao retornar, Cássio subiu ao gramado rindo da situação, enquanto seus companheiros de equipe brincavam com o ocorrido. Rumores de bastidores apontam que o jogador teria tido um "aperto" e precisou utilizar o banheiro às pressas.
"Voltou dando risada. Está mais leve, né, Cássio? Fala para a gente!", brincou o narrador da SportyNet, canal responsável pela transmissão do confronto no YouTube.
A torcida do Betim também não perdoou o goleiro, e levantou um coro especial após o retorno: "Cagão, cagão, cagão!", gritaram os adeptos.
Dentro de campo, Cássio contou com outro alívio: a vitória do Cruzeiro. A equipe, que vinha sendo pressionada pela torcida devido aos resultados recentes, venceu a partida por 1 a 0, com gol marcado por Matheus Pereira.
Com o triunfo, a Raposa assegurou a vice-liderança isolada do Grupo C do Mineiro, somando agora nove pontos na tabela de classificação.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.