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belmiro
Com mais de 50 anos de serviços prestados ao Atlético-MG, o ex-massagista Belmiro ingressou com uma ação trabalhista contra o clube. A ação foi protocolada no Tribunal Regional do Trabalho de Belo Horizonte e cobra R$4.388.470,00 por supostas irregularidades durante o período em que atuou na instituição. A informação foi divulgada inicialmente pelo portal O Tempo.
No processo, Belmiro alega que, mesmo após demissões formais em determinados períodos, continuou exercendo suas funções sem registro em carteira. Ele também afirma que o clube exigia dedicação integral, sem o devido pagamento de horas extras, adicional noturno e outras obrigações trabalhistas.
Entre as principais reivindicações estão:
R$ 3,4 milhões por horas extras não pagas
R$ 557 mil referentes a adicional de insalubridade
R$ 300 mil por premiações (os chamados “bichos”)
R$ 80 mil em valores de FGTS
O ex-funcionário também requer o reconhecimento de desvio de função, alegando ter exercido atividades como enfermeiro. A ação cita como rés o Clube Atlético Mineiro, a Atlético Mineiro SAF e a Galo Holding.
Belmiro também declara hipossuficiência econômica no processo. Procurado, o clube informou que não tinha conhecimento formal da ação.
O processo ocorre no mesmo momento em que o Atlético-MG enfrenta cobranças judiciais e extrajudiciais de diversos jogadores, incluindo um pedido de rescisão unilateral feito pelo atacante Rony, por atraso no pagamento de salários, direitos de imagem e premiações.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.