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bella montoya
Uma idosa, chamada Bella Montoya, de 76 anos, que havia sido declarada morta no hospital depois de uma parada cardiorrespiratória, acordou batendo em seu caixão durante seu funeral em Babayoho, cidade costeira na província de Los Ríos, no Equador, no último sábado (10).
Os familiares, que compartilharam o vídeo do momento e viralizou nas redes sociais, confirmaram que, após abrirem o caixão, perceberam que Bella Montoya ainda respirava.
“Peguei o caixão e o coração dela batia forte, e a mão esquerda batia no caixão. Ligamos para o 911 para trazê-la aqui para o hospital”, disse seu filho, Gilbert Barberán, em publicação nas redes sociais.
No vídeo, é possível ver a idosa deitada no caixão já aberto, respirando com dificuldade e é auxiliada por dois homens.
Segundo o Ministério da Saúde do Equador em comunicado, divulgado no domingo (11), Bella Montoya foi internada com o diagnóstico de “acidente vascular cerebral” e não respondeu a realização de manobras de reanimação. O médico responsável pelo plantão confirmou então o seu óbito.
Confira:
#Ecuador: Una mujer de la tercera edad, de nombre Bella Montoya, fue dada por muerta en el hospital de Babahoyo.
— Mauricio Orellana ?? (@MauriOrellanaSV) June 10, 2023
Se la entregaron a su hijo al mediodía para que realizara el velorio, pero horas más tarde se dieron cuenta que aún estaba viva. pic.twitter.com/rpqPBnknfE
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jerônimo Rodrigues
"Os extremos não servem para nós. Nem uma polícia que não dê conta do seu papel, nem uma polícia que possa entrar no exagero e fazer ações fora do conceito de um servidor público. A polícia tem que garantir a segurança das pessoas e não ameaçá-las".
Disse o governador Jerônimo Rodrigues ao ser sabatinado na TV Aratu, nesta terça-feira (4) e abordou um dos temas mais sensíveis de sua gestão: a segurança pública e a atuação da Polícia Militar. Respondendo a questionamentos do jornalista Maurício Leiro, editor de política do Bahia Notícias, sobre a implementação das câmeras corporais nos fardamentos e suspeitas de excessos policiais, Jerônimo afirmou que "não passa a mão na cabeça" de quem atua fora dos padrões.