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bebe de 11 meses
O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, se retratou nas redes sociais nesta quinta-feira (18), após confirmar, de maneira errada, o resgate de três crianças e um bebê de 11 meses na selva amazônica depois de sofrerem um acidente de avião.(Veja aqui).
No Twitter, Petro declarou que apagou a publicação que confirmava a busca e pediu desculpas pelo equívoco.“Decidi excluir o tuíte porque as informações fornecidas pelo Instituto Colombiano de Bem-estar Familiar (ICBF) não puderam ser confirmadas. Sinto muito pelo que aconteceu”, esclareceu.
O presidente também informou que as Forças Armadas e as comunidades indígenas continuarão com buscas "incansáveis". “Neste momento não há outra prioridade a não ser seguir em frente com a busca até encontrá-los. A vida das crianças é o mais importante”.
Segundo a imprensa local, as Forças Armadas e a empresa proprietária da aeronave que caiu afirmaram que não foi possível localizar ou estabelecer contato com as crianças, de 13, 9 e 4 anos, além do bebê, de 11 meses.
Já parentes das vítimas, criticaram as entidades públicas e privadas por darem a eles "expectativas falsas" acerca de seus familiares.
O ICBF — órgão responsável pela proteção de menores no país—, também afirmou que ainda não houve contato oficial com as crianças.
Apesar da falsa informação, índicios da presença as crianças foram encontrados pela equipe de resgate.
No perfil do Twitter das Forças Armadas colombiana, a publicação confirmando o resgate ainda não foi apagada.
Confira:
He decidido borrar el trino debido a que la información entregada por el ICBF no ha podido ser confirmada. Lamento lo sucedido. Las Fuerzas Militares y las comunidades indígenas continuarán en su búsqueda incansable para darle al país la noticia que está esperando.
— Gustavo Petro (@petrogustavo) May 18, 2023
En este…
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.